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Moscovo já retirou 881 russos e familiares da Faixa de Gaza

Um voo especial transportou mais 120 russos e familiares que estavam na Faixa da Gaza, elevando para 881 as pessoas retiradas pela Rússia da guerra entre Israel e o Hamas, anunciaram hoje as autoridades de Moscovo.

Moscovo já retirou 881 russos e familiares da Faixa de Gaza
Notícias ao Minuto

23:59 - 04/12/23 por Lusa

Mundo Israel

O grupo mais recente incluía 30 crianças, disse um porta-voz do Ministério das Situações de Emergência, Roman Okhotenko, citado pela agência russa TASS.

"As pessoas que chegam recebem a assistência médica e psicológica necessária. O quartel-general operacional interdepartamental organizou o trabalho de entrega das crianças aos seus locais de residência", afirmou.

Okhotenko disse que as pessoas que chegam de Gaza "recebem roupas quentes e bens de primeira necessidade".

"Foram criados centros de alojamento temporário para os necessitados na República Chechena, na República do Daguestão, nas regiões de Moscovo, Kaluga e Lipetsk", declarou.

Os voos para retirar os russos da Faixa de Gaza são organizados pelo Ministério das Situações de Emergência.

Segundo a TASS, equipas do ministério no Egito estão a tratar de receber mais 133 russos e familiares que passaram pelo posto de controlo de Rafah, a única fronteira de Gaza que não é controlada por Israel.

A representação russa junto da Autoridade Nacional Palestiniana disse no domingo que foram retomadas medidas para retirar de Gaza os cidadãos russos e familiares, depois de terem recomeçado os combates após uma semana de tréguas.

A guerra entre Israel e o Hamas foi desencadeada por um ataque sem precedentes do grupo islamita palestiniano em solo israelita em 07 de outubro.

As autoridades israelitas disseram que o Hamas matou 1.200 pessoas e raptou 240 pessoas que levou para a Faixa de Gaza, 137 das quais continuam a ser mantidas reféns.

Em represália, o exército israelita lançou uma ofensiva aérea e terrestre contra a Faixa de Gaza, interrompida durante uma semana de tréguas, que matou quase 15.900 pessoas, segundo o Hamas.

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