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Kremlin: "A chave para o regime de Kyiv está nas mãos de Washington"

A Rússia tem vindo constantemente a acusar Washington de estar a conduzir a Ucrânia para um prolongamento do conflito, ao fornecer constantemente armas ao regime de Volodymyr Zelensky. 

Kremlin: "A chave para o regime de Kyiv está nas mãos de Washington"
Notícias ao Minuto

10:31 - 27/01/23 por Notícias ao Minuto

Mundo Kremlin

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, considerou esta sexta-feira que os Estados Unidos podiam, rapidamente, colocar um fim ao conflito se estivessem dispostos a "direcionar Kyiv" nesse sentido, reporta a Reuters.

Em declarações aos jornalistas, Peskov destacou, assim, que o presidente norte-americano, Joe Biden, tem a "chave" para que a guerra possa terminar - ainda que não esteja disposta a usá-la. Até porque, contrariamente, o país encontra-se "a bombear armas para a Ucrânia", apontou ainda Peskov.

"A chave para o regime de Kyiv está, em grande medida, nas mãos de Washington", considerou, no seu habitual briefing diário. Mas, argumentou ainda, "o atual líder da Casa Branca... não quer usar essa chave".

Recorde-se que a Rússia tem vindo constantemente a acusar Washington de estar a conduzir a Ucrânia para um prolongamento do conflito, ao fornecer constantemente armas ao regime de Volodymyr Zelensky. 

Por outro lado, os Estados Unidos culpam a Rússia por ter iniciado uma guerra "brutal" por sua própria vontade, alegando que o país pode terminá-la através da simples retirada das suas tropas.

As relações entre Washington e Moscovo estão agora no nível mais tenso dos últimos anos, com os Estados Unidos a terem, inclusive, anunciado esta semana que vão disponibilizar a Kyiv, já nos próximos meses, 31 tanques M1 Abrams.

Um anúncio que levou, por sua vez, o Kremlin a dizer que tal medida trata-se, apenas, de um desperdício de dinheiro, visto que tais tanques vão "arder como todos os outros" na Ucrânia.

A guerra na Ucrânia, que teve início a 24 de fevereiro, tirou já a vida a mais de sete mil civis, com outros 11 mil a terem ficado feridos, segundo os cálculos da Organização das Nações Unidas (ONU).

Leia Também: Ucrânia. Rússia nega escassez na produção de munições e mísseis

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