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Mais dois detidos após atentado frustrado contra Kirchner

Uma juíza argentina ordenou a prisão preventiva de mais duas pessoas, Nicolás Gabriel Carrizo e Agustina Mariel Díaz, acusadas de participarem no atentado frustrado contra a vice-presidente Cristina Fernández de Kirchner.

Mais dois detidos após atentado frustrado contra Kirchner

A magistrada federal María Eugenia Capuchetti decidiu haver provas de que Carrizo e Díaz, tenham sido "participantes secundários" do "plano comum" de matar Kirchner, segundo a decisão, citada pela agência Efe.

Capuchetti decretou ainda que Díaz, de 21 anos, e Carrizo, de 27, poderão ser libertados sob uma fiança de 100 milhões de pesos (cerca de 692.400 euros) cada.

Fernando Sabag Montiel, um brasileiro de 35 anos radicado em Buenos Aires, e Brenda Elizabeth Uliarte, sua companheira de 23, já tinham sido acusados de "terem tentado matar" a antiga Presidente da Argentina (2007-2015).

Nicolás Carrizo, conhecido como o chefe do "bando dos copitos", um grupo de vendedores de algodão doce, ao qual o brasileiro e a namorada também pertenciam, é acusado de intervir "ativamente" no planeamento, fornecendo uma arma de fogo que acabou por não ser usada.

Agustina Díaz, amiga de Uliarte, é acusada de ter cooperado no planeamento do ataque, em 01 de setembro, quando Kirchner regressava a casa e cumprimentava apoiantes que, desde 22 de agosto tinham montado uma vigília no local, no bairro da Recoleta.

De acordo com a acusação, Sabag Montiel, "aproveitando-se do estado de indefesa gerado pela multidão", apontou ao rosto de Kirchner uma pistola semiautomática de calibre 32, tentando atirar, mas a arma não disparou, apesar de conter cinco balas.

Os apoiantes tinham-se concentrado no bairro da Recoleta, depois do Ministério Público argentino ter pedido uma pena de 12 anos de prisão para Kirchner, pela alegada concessão irregular de obras públicas durante o seu mandato como Presidente (2007-2015).

Em 23 de setembro, numa sessão do julgamento por corrupção, Kirchner acusou os procuradores de "mentiras, calúnias e difamações" e disse ser há vários anos vítima de perseguição política e judicial pelo governo de Mauricio Macri (2015-2019).

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