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Angola com 21 projetos de investimento chinês superiores a 200 milhões

A Agência de Investimentos Privados e Promoção de Exportações (AIPEX) de Angola registou, nos últimos dois anos, 21 projetos, que somam o valor de 206 milhões de dólares (quase 170 milhões de euros), informou hoje uma responsável da instituição. 

Angola com 21 projetos de investimento chinês superiores a 200 milhões
Notícias ao Minuto

13:32 - 28/01/21 por Lusa

Mundo Angola

A administradora da AIPEX, Sandra Dias dos Santos, que falava no Fórum de Negócios Angola-China no Domínio da Agricultura e Pescas, realizado por vídeo-conferência, referiu que "há muito mais que pode ser feito", manifestando abertura e disponibilidade para apoiar os empresários em todas as etapas do investimento.

Entre 2018 e 2020, segundo os dados apresentados, foram realizados 14 investimentos no setor da indústria, no valor de 190,1 milhões de dólares (156,7 milhões de euros), três no comércio, no valor de 8,2 milhões de dólares (6,7 milhões de euros), um na agricultura, no valor de 6,5 milhões de dólares (5,3 milhões de euros), um na construção, no valor de 550.000 dólares (453.496 euros) e dois na área de serviços no montante de 250.000 dólares (206.134 euros).

Sandra Dias dos Santos apresentou as políticas de investimento e incentivos aos investidores estrangeiros, tendo referido que está em negociação um acordo de proteção de investimentos entre Angola e a China.

A administradora da AIPEX avançou que a Lei do Investimento Privado angolana continua a registar melhorias, estando em discussão para aprovação na Assembleia Nacional um terceiro regime de investimento no país, que é o contratual, permitindo a negociação entre investidores de elevado capital e o Estado, no que se refere aos seus benefícios.

"O mercado chinês é, de futuro, o mercado prioritário para as exportações nacionais. Temos que aumentar a produção nacional para poder exportar, mas creio que pela dimensão do mercado chinês temos que aproveitar essa possibilidade. Já há alguma exportação a ser feita, mas acreditamos que há muito mais que pode ser feito", disse.

Leia Também: Sindicatos angolanos divergem sobre dados do emprego divulgados pelo INE

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