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Covid: EUA cancelam plano para vacinar de forma prioritária Pais Natais

Em troca do acesso antecipado à vacina, os homens que se vestem de Pai Natal deviam promover a vacina publicamente. Mas a planeada campanha da administração Trump caiu por terra.

Covid: EUA cancelam plano para vacinar de forma prioritária Pais Natais

As autoridades de saúde norte-americanas decidiram cancelar uma campanha cujo objetivo passava por atribuir de forma prioritária a ansiada vacina para o coronavírus aos homens que trabalham como Pais Natais na época festiva, refere o Wall Street Journal. Esta campanha também iria abranger as Mães Natais e quem se mascara de elfo.

Em troca do acesso prioritário à vacina, os Pais Natais, Mães Natais e elfos deviam promovê-la publicamente. Este plano fazia parte de uma campanha de 250 milhões de dólares (cerca de 210 milhões de euros) para conquistar o apoio de celebridades para apoiar a inoculação assim que a vacina for aprovada.

O Departamento de Saúde e de Serviços Humanos já confirmou que este plano existiu ao The New York Times. Mas ressalvou que Alex Azar, secretário da Saúde norte-americano, “não tinha conhecimento” do mesmo.

O presidente da Ordem Fraternal dos Pais Natais com Barbas Reais, Ric Erwin, considerou a notícia do cancelamento do plano de vacinação prioritárias aos Pais Natais como “extremamente desapontante”.

“Esta era a nossa grande esperança para o Natal de 2020 e agora parece que não vai acontecer”, lamentou ao Wall Street Journal.

Este plano foi originalmente concebido por Michael Caputo, o antigo porta-voz do Departamento de Saúde e de Serviços Humanos. Em agosto, Caputo disse a Ric Erwin que a vacina seria aprovada a meio de novembro e que seria distribuída aos trabalhadores da linha da frente no dia de Ação de Graças, a última quinta-feira de novembro.

“Se você e os seus colegas não são trabalhadores essenciais, não sei quem pode ser”, afirmou Caputo numa chamada telefónica cujo áudio foi divulgado pelo WSJ. Ric Erwin respondeu com um “Ho! Ho! Ho!”.

Convém recordar que Michael Caputo tirou uma licença no mês passado após ter publicado um vídeo no Facebook em que acusava os cientistas do governo dos Estados Unidos de “sedição” contra Donald Trump.

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