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Espanha garante presença no Iraque e no Afeganistão enquanto NATO quiser

A ministra da Defesa espanhola, Margarita Robles, assegurou hoje que Espanha irá continuar a participar nas missões militares no Afeganistão e no Iraque até que a NATO decida em contrário, embora admita "adaptá-las".

Espanha garante presença no Iraque e no Afeganistão enquanto NATO quiser
Notícias ao Minuto

20:40 - 08/06/20 por Lusa

Mundo NATO

Margarita Robles, citada pela agência EFE, analisou hoje as missões das forças armadas em 2019 na Comissão de Defesa do Congresso espanhol e realçou que o Governo não prevê terminar nenhuma delas, embora admita "adaptá-las".

Na missão no Afeganistão irão manter-se os 70 militares destacados, enquanto no Iraque haverá um reajuste do contingente espanhol presente.

A ministra da Defesa explicou que em 2019, no total, estiveram destacados cerca de 11 mil efetivos nas diferentes missões espanholas.

Sob a égide da NATO participaram 2.769 militares, 1.920 dos quais no Iraque. Espanha participou ainda em missões organizadas pela União Europeia (com 2.539 militares), da ONU (2.050), em missões de compromissos bilaterais (790) e de segurança cooperativa (510).

Margarita Robles acrescentou que atualmente há 2.096 militares destacados em diferentes missões, um número que teve o valor máximo de 2.800 militares no ano passado.

No caso das missões da NATO, a ministra explicou que Espanha irá continuar a luta contra o grupo 'jihadista' Estado Islâmico no Iraque, até que a aliança atlântica indique o contrário, com a premissa 'in together, out together' (entramos juntos e saímos juntos).

Sobre o Afeganistão, a ministra da Defesa garantiu que Espanha irá continuar na 'Operación Resolute Support', para o treino de forças afegãs, até que a NATO diga o contrário, embora acredite que as conversações de paz do Governo do país asiático com os talibãs vão ter bom resultado.

O contingente espanhol no Afeganistão é de 36 militares atualmente, ao contrário dos 68 militares que estavam presentes antes da pandemia de covid-19, número que foi reduzido devido a infeções pelo novo coronavírus, mas a ministra indicou que provavelmente irão ser enviados militares até atingir um número mais elevado.

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