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Nova Zelândia. 75 minutos de buscas sem sucesso em águas contaminadas

Balanço de mortes é de 18, incluindo os dois turistas que ainda não foram encontrados. Polícia continua operações de busca para devolver corpos às famílias, mas em terreno muito perigoso.

Notícias ao Minuto

15:57 - 15/12/19 por Anabela Sousa Dantas 

Mundo Vulcão White Island

Oito elementos das autoridades foram este domingo à ilha de White Island para tentar recuperar os dois corpos que ainda estão desaparecidos mas sem sucesso.

A operação demorou 75 minutos e estava centrada numa zona do mar perto da ilha onde as autoridades acreditam que possa estar, pelo menos, um dos cadáveres. Os mergulhadores, relata a Reuters, enfrentam águas contaminadas com visibilidade muito reduzida.

"Toda a gente foi lá com muita vontade de encontrar de encontrar os corpos e devolvê-los às famílias", indicou o comissário da polícia neozelandesa Mike Clement.

Na passada sexta-feira, uma equipa militar de salvamento conseguiu recuperar os corpos de seis vítimas mortais, para os devolver aos seus entes queridos, numa missão que envolve grande risco para os elementos envolvidos.

O número de mortos em resultado da erupção do vulcão de White Island, conhecido também pelo seu nome maori Whakaari, situa-se oficialmente nos 16, incluindo a pessoa ferida que acabou por morrer este domingo num hospital australiano. Alguns meios avançam com 18 mortos, por incluírem já as duas vítimas que continuam desaparecidas e cujos corpos estão a ser procurados.

As autoridades repetem, porém, que o número de mortos poderá ser revisto em alta, uma vez que vinte e seis pessoas continuam hospitalizadas na Nova Zelândia e na Austrália, muitas delas em condição descrita pelos médicos como "crítica".

Estavam 47 pessoas na White Island quando o vulcão entrou em erupção, no dia 9 de dezembro, de forma quase "instantânea", como indicaram alguns especialistas. A explosão lançou rochas e uma grande quantidade de cinzas sobre toda a ilha, transformando o local num sítio inacessível em pouco tempo.

Das 47 pessoas na ilha, com idades entre os 13 e 72 anos, 24 eram da Austrália, nove dos Estados Unidos, cinco da Nova Zelândia, quatro da Alemanha, dois da China, dois do Reino Unido e um da Malásia.

Entretanto, a primeira-ministra neozelandesa, Jacinda Ardern, fez saber que a investigação sobre a tragédia poderá demorar até um ano

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