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Jeremy Corbyn pede a demissão de Theresa May

O líder do partido Trabalhista, Jeremy Corbyn, pediu hoje a demissão da primeira-ministra, Theresa May, acusando-a da incapacidade em negociar um acordo para o Brexit.

Jeremy Corbyn pede a demissão de Theresa May
Notícias ao Minuto

16:20 - 09/07/18 por Lusa

Mundo Reino Unido

"Num momento tão crucial para o nosso país nestas negociações cruciais, precisamos de um governo que seja capaz de governar e negociar para o bem deste país e seu povo. O governo precisa agir em conjunto e fazê-lo rapidamente e se não puder, deve abrir caminho para aqueles que podem", afirmou no parlamento.

Segundo o líder trabalhista, "este não é um plano abrangente para os empregos no Reino Unido e para a economia que o povo deste país merece. Essas propostas ficam muito aquém de uma união aduaneira abrangente, algo que os sindicatos e empresários vêm exigindo".

A proposta, em vez disso, "é um plano complexo que já foi ridicularizado pelos próprios membros do governo como burocrático e de difícil concretização".

Corbyn falava após uma intervenção da primeira-ministra a propósito do plano apresentado na sexta-feira, em que defendeu aceitar as regras europeias, facilitando assim a circulação de bens entre o mercado britânico e os 27.

Esta apresentação foi perturbada pelo anúncio de demissão dos ministros do 'Brexit', David Davis, e dos Negócios Estrangeiros, Boris Johnson, por discordarem do documento.

No seu depoimento, May alegou que os modelos propostos até agora pela UE eram inaceitáveis, nomeadamente a permanência da Irlanda do Norte no mercado interno para evitar uma fronteira física com a República da Irlanda, o que resultaria numa separação com o resto do Reino Unido.

Perante o risco de uma saída sem acordo, cenário para o qual o governo continua a preparar-se, May admitiu que uma saída desordeira teria "consequências profundas" para o Reino Unido e para a UE.

"A livre circulação de bens é a única maneira de evitar que uma fronteira entre a Irlanda do Norte e a [República da] Irlanda e entre a Irlanda do Norte e o Reino Unido e a única forma de proteger as cadeias de valor integradas e os processos rápidos dos quais milhões de empregos e meios de subsistência dependem", vincou.

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