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Cada vez mais pessoas apresentam reações alérgicas a certos alimentos

Embora a não distinção entre alergia e intolerância alimentar dificulte uma informação científica mais concreta, estima-se que 10% da população apresente alergias alimentares.

Cada vez mais pessoas apresentam reações alérgicas a certos alimentos
Notícias ao Minuto

14:53 - 23/02/18 por Notícias ao Minuto

Lifestyle Alergia alimentar

A alimentação maioritariamente praticada nos dias de hoje, nos países industrializados, leva a que o número de indivíduos que “reportem reações adversas a alimentos” aumente, refere a Associação Portuguesa de Alergias e Intolerâncias Alimentares em comunicado enviado ao Notícias ao Minuto.

Leite de vaca, amendoim, frutos de casca rija, marisco e trigo são os casos mais comuns, perfazendo certa de 90% das reações alérgicas reportadas. Contudo, torna-se difícil para a referida associação, bem como outros especialistas do meio, definir e aprofundar este tema, já que “a maioria dos estudos envolvem amostras não representativas da população”.

Ainda assim, o “aumento de casos e severidade da alergias alimentares” tem levado à evolução da investigação, que procura encontrar novos dados e métodos de diagnóstico, bem como de tratamentos mais céleres.

Apesar disso, um problema com que os especialistas se deparam é na dificuldade por parte da população em distinguir entre alergia alimentar, intolerância alimentar e doença autoimune.

A primeira, surge como resposta do organismo à exposição de certo alimento, por meio de ingestão ou simples contato, que contenha “determinada proteína designada alergénio, que desencadeie uma resposta alérgica”, que tem como principais sintomas dificuldade na respiração ou manchas na pele, por exemplo.

Como explica Ana Lúcia Silva, nutricionista e Vice-presidente da Alimenta (Associação portuguesa de alergias e intolerâncias alimentares), “as alergias acontecem de forma continuada e ao longo de toda a vida, apesar de poderem desaparecer, normalmente ainda na infância”.

Já a intolerância alimentar, não envolve o sistema imunológico (que protege o organismo de invasores externos) mas apenas o fisiológico (que engloba todos os órgãos do ser humano). Desenvolve-se em qualquer altura da vida, devido ao “consumo excessivo de determinado alimento” ou a alguma alteração a nível do intestino.

“As intolerâncias alimentares são mais difíceis de detetar do que as alergias”, esclarece a nutricionista, “uma vez que a resposta não é tão evidente como no caso das alergias e podem não apresentar reação causa-efeito imediata”.

Ainda, as doenças autoimunes são uma resposta imunológica não contra alimentos, mas contra células do próprio organismo. Sobre este caso, Ana Lúcia Silva dá o exemplo da doença celíaca, que se carateriza “pela reação imunológica contra as células do intestino delgado após ingestão de glúten”.

“Até hoje não se conhece nenhum outro tratamento possível que não a dieta isenta de glúten para toda a vida, o que permite a regeneração das lesões do intestino e a recuperação do organismo” aponta, ressalvando a ideia anteriormente defendida de que este é um tema cuja investigação prevê ainda um longo caminho por recorrer.

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