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Esta é a idade em que somos mais infelizes. A ciência explica

Sim, infelizmente a crise dos 40 é real.

Esta é a idade em que somos mais infelizes. A ciência explica
Notícias ao Minuto

13:00 - 21/02/20 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle A idade miserável

Os 40 são mesmo a idade da infelicidade, segundo um vasto estudo realizado em 134 países pelo economista David Blanchflower, professor da universidade Dartmouth College, nos Estados Unidos, e ex-membro do Comité de Política Monetária do Banco de Inglaterra.

De acordo com a pesquisa, publicada pelo Escritório Nacional de Pesquisa Económica dos EUA, e divulgada pela BBC, existe uma chamada ‘curva de felicidade’ que impera transversalmente na maioria dos países, independentemente de quaisquer diferenças culturais. E o padrão é o seguinte, regra geral: sentimo-nos melhor na adolescência, somos mais infelizes até ao fim dos 40 e depois valorizamos a sensação de bem-estar quando nos aproximamos da velhice.

Basicamente, a pior parte está no meio, enquanto os maiores momentos de felicidade estão na fase inicial da vida e após os 50.

O extenso banco de dados analisado — a partir de pesquisas internacionais que mediram o bem-estar de pessoas usando diferentes metodologias — mostrou que, em média, a idade mais infeliz das pessoas nos países desenvolvidos é em torno dos 47,2 anos, enquanto nos países em desenvolvimento é 48,2 anos.

"É algo que os humanos têm profundamente enraizado nos genes", diz Blanchflower à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

"Os macacos também têm uma curva de felicidade em forma de U."

"Aos 47 anos, tornamo-nos mais realistas, já se apercebeu que não vai ser o presidente do país ou a próxima estrela de Hollywood", explica.

E depois de 50 anos, "torna-se mais grato pelo que tem".

"Aos 50 anos, pode dizer a alguém que tem uma boa notícia, porque a partir de agora as coisas vão melhorar."

Não é que as condições objetivas de vida melhorem necessariamente — o que varia, na verdade, é a perceção do bem-estar.

"Há pessoas que, aos 70 anos, são saudáveis e felizes por ainda estarem e conseguirem trabalhar, enquanto na metade da vida é quando tem mais responsabilidades", afirma.

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