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Saiba como o trabalho o coloca em risco de sofrer paragem cardíaca fatal

Fatores como o stress proveniente do dia a dia e o constante fluxo de emails de trabalho significam que estamos mais propensos a sofrer uma paragem cardíaca súbita e potencialmente mortal a qualquer momento, avisa um novo estudo.

Saiba como o trabalho o coloca em risco de sofrer paragem cardíaca fatal
Notícias ao Minuto

09:00 - 08/10/18 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle Tempo de matar

Durante anos a comunidade científica concordou que as paragens cardíacas, ataques cardíacos e enfartes tendiam geralmente a ocorrer logo nas primeiras horas da manhã e inclusive às segundas-feiras.

Todavia, esse já não é o caso, de acordo com um nova pesquisa.

O estilo de vida atual, caraterizado pela constante agitação e atividade resulta que esse risco de ocorrência cardiovascular fatal possa acontecer a qualquer momento, dizem os cientistas.

Quando acordamos, o corpo produz certas hormonas como o cortisol que aumentam a pressão sanguínea, o ritmo cardíaco e os níveis de glucose.

O cortisol é necessário para sairmos literalmente da cama e para fazermos tudo o resto - desde lavar os dentes, comer ou trabalhar. Porém, essa hormona também estreita os vasos sanguíneos e provoca um batimento cardíaco mais forte, e durante muito tempo este foi o motivo para a maioria dos indivíduos sofrerem ataques cardíacos logo pela manhã.

Mas atualmente, devido aos empregos por turnos e às constantes pressões associadas ao desenvolvimento tecnológico, que demandam que os indivíduos estejam sempre alerta e em contacto, o momento de incidência de paragens cardíacas dá-se a qualquer altura do dia.

Para efeitos desta pesquisa, e para entender as horas mais comuns para esses incidentes cardíacos, um grupo de cientistas do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, nos Estados Unidos, analisou os dados de uma outra pesquisa conduzida no estado de Oregon acerca dos registos médicos das emergências dos hospitais, entre 2004 e 2014.

Durante esse tempo, 1,535 adultos sofreram paragens cardíacas subitas e consequentemente morreram.

Dessas pessoas, apenas 13,9% faleceram entre a meia-noite e as seis da madrugada, e contrariamente a estudos prévios os cientistas também não encontraram quaisquer provas que ocorriam mais ataques cardíacos às segundas-feiras.

O líder do estudo, o professor Sumeet Chugh disse: “Apesar de existirem com certeza outros fatores que justifiquem o porquê de grande parte dos ataques cardíacos sucederem fora daquelas horas de pico previamente identificadas, o stress é sem duvida um elemento determinante”.

“Atualmente vivemos numa sociedade caraterizada por um ritmo alucinante e temos que estar sempre conectados – trata-se quase de uma obrigação. Esta pressão constante aumenta os níveis de stress perigosamente e eleva assim o risco de incidência de ataques cardíacos fatais”, sublinhou.

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