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Bundesbank acredita que economia cresceu ligeiramente no 1.º trimestre

O banco central da Alemanha, o Bundesbank, considera que a economia do país provavelmente cresceu ligeiramente no primeiro trimestre, mas que "essencialmente continua fraca" e "uma recuperação total ainda não está assegurada".

Bundesbank acredita que economia cresceu ligeiramente no 1.º trimestre
Notícias ao Minuto

13:16 - 18/04/24 por Lusa

Economia Alemanha

No relatório mensal de abril, os economistas do Bundesbank reviram a previsão anterior e consideraram que o Produto Interno Bruto (PIB) alemão poderia voltar a crescer no primeiro trimestre de 2024, após a contração de 0,3% entre outubro e dezembro de 2023.

Tal seria o resultado de um ligeiro aumento da produção industrial, de uma melhoria das exportações de mercadorias e de um aumento acentuado da produção no setor da construção.

Especificamente, o Bundesbank salientou que a produção industrial aumentou ligeiramente em fevereiro, enquanto o setor da construção registou um "mês invulgarmente forte para a época do ano" devido às boas temperaturas.

No entanto, a produção industrial continua fraca em muitos setores económicos, pelo que ainda não há "provas de uma melhoria sustentada da economia alemã", numa altura em que "os fatores de tensão continuam".

O Bundesbank salientou que o aumento dos custos de financiamento e a maior incerteza quanto à política económica podem abrandar a atividade de investimento.

Além disso, a procura de bens industriais alemães continua fraca, a tendência negativa na construção residencial mantém-se e as famílias estão hesitantes quanto às despesas de consumo, pelo que ainda "não é claro se o aumento da produção económica continuará no segundo trimestre", referem.

No que respeita ao emprego, o Bundesbank espera que o mercado de trabalho se mantenha sólido, apesar da economia fraca, embora o desemprego "aumente ligeiramente nos próximos três meses".

Por último, o banco central assinalou que os municípios alemães voltarão a ter um défice "bastante elevado" em 2024, depois de 2023 ter encerrado com uma dívida de 7.000 milhões, apesar de as receitas terem aumentado "fortemente" em 9%.

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