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Cortes, ADSE e impostos tiram 19,9% a salário da Função Pública

Os cortes salariais em vigor desde janeiro, mais os descontos para a ADSE, somados à cobrança de impostos implicaram uma queda de 19,9% no salário líquido dos trabalhadores da Função Pública, em comparação com 2010. As contas foram feitas e apresentadas esta quinta-feira pelo economista Eugénio Rosa, avança o Jornal de Negócios.

Cortes, ADSE e impostos tiram 19,9% a salário da Função Pública

Durante o debate organizado pelo Observatório sobre Crises e Alternativas, Eugénio Rosa reforçou a tese da diminuição do salário líquido da Função Pública.

Em declarações esta manhã, o economista afirma que os cortes salariais aplicados desde janeiro – entretanto declarados inconstitucionais -, somados aos impostos e aos descontos da ADSE fizeram com que o salário líquido dos funcionários públicos apresentasse uma queda de 19,9% quando comparado com o que estes funcionários auferiam em 2010.

Ainda de acordo com as contas de Eugénio Rosa, citadas pelo Jornal de Negócios, o ordenado médio mensal nominal, em 2010, rondava os 1.654 euros, mas baixou para 1.512 euros no início deste ano. Aqui, destaca a publicação, o principal culpado é o aumento dos impostos e dos descontos para a ADSE.

Para estes cálculos, além dos descontos para a ADSE, o economista teve em consideração o congelamento de salários, o congelamento de carreiras, os cortes nominais mas remunerações e subsídios, o aumento do horário de trabalho de 35 para 40 horas semanais sem que o salário seja aumentado e a redução do pagamento do trabalho extraordinário, tendo ainda sido registada a redução líquida de 102 mil trabalhadores do Estado.

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