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Presidente da Águas de Coimbra defende expansão da empresa

O presidente da Águas de Coimbra (AdC), Alfeu Sá Marques, defendeu hoje a extensão da empresa aos concelhos vizinhos de Condeixa-a-Nova e Mealhada, de forma a poder ganhar escala.

Presidente da Águas de Coimbra defende expansão da empresa
Notícias ao Minuto

09:27 - 03/03/22 por Lusa

Economia Água de Coimbra

À agência Lusa, Alfeu Sá Marques, que tomou posse como presidente da AdC em novembro de 2021, defendeu o alargamento da área de abastecimento daquela empresa municipal e apontou para "dois possíveis clientes": Condeixa-a-Nova e Mealhada.

"São dois concelhos em que nós já temos fornecimento de água em alguns pontos localizados e eles também nos fornecem num ou outro ponto", apontou o responsável.

Para o presidente da empresa municipal Águas de Coimbra, faz sentido uma evolução da empresa para uma entidade intermunicipal para os três concelhos poderem ganhar escala e terem outra capacidade na candidatura a fundos comunitários.

"É um processo que tem que ser muito bem negociado, que tem uma componente política fundamental entre os presidentes de Câmara e que tem que ter um estudo económico sério", afirmou.

O responsável salientou que esta é só "uma ideia" e que não houve ainda qualquer conversa nesse sentido.

Segundo Alfeu Sá Marques, "há um potencial de escala e de gestão" com uma integração destes dois concelhos vizinhos, o quer permitirá também um funcionamento mais eficiente.

"Acho que temos que aumentar a escala [...], porque não temos outra maneira de resolver os problemas a não ser com aumentos de escala", frisou.

No entanto, o responsável notou que a diferença de preços praticados nos três concelhos é "um problema" que os autarcas terão que resolver e sugeriu um processo "diferido no tempo".

Nesse sentido, o também docente no Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra e especialista em hidráulica considerou que deveria haver "um preço nacional para a água".

"Não havendo um preço igual, criam-se desigualdades absolutas e má gestão", notou, salientando que pôr entidades em concorrência cria "problemas" e também resistência à criação de empresas supramunicipais neste setor.

Leia Também: Águas de Coimbra quer reduzir para 15% as perdas e fugas

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