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Proposta de alterações à lei laboral é "equilibrada", defende ministra

Perante as críticas dos patrões e dos sindicatos, a ministra do Trabalho reiterou que a proposta do Governo faz um "equilíbrio" entre as várias posturas e estabelece como prioridade os jovens.

Proposta de alterações à lei laboral é "equilibrada", defende ministra

A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, disse esta quarta-feira que a proposta do Governo de alterações à lei laboral é "equilibrada" e procura encontrar um "equilíbrio entre as várias posições" dos parceiros sociais. A governante sublinhou ainda que a prioridade são os jovens. 

"Procuramos ter aqui uma proposta equilibrada que, naturalmente, resulta dos compromissos e de equilíbrio para encontrarmos aqui as soluções mais adequadas, mas acima de tudo com esta grande preocupação de valorização dos jovens no mercado de trabalho. Essa é a prioridade principal desta agenda", disse a ministra do Trabalho, no final da reunião da concertação social. 

"Uns parceiros consideram insuficiente, outros consideram excessivo, o que nós procuramos aqui foi encontrar um equilíbrio relativamente a princípios que transversalmente os parceiros concordam em prosseguir", referiu Mendes Godinho. 

"É a proposta que consideramos que é equilibrada, que procura encontrar um equilíbrio entre as várias posições", adiantou. 

Confrontada com as críticas dos patrões e dos sindicatos, a ministra do Trabalho reiterou que a proposta faz um "equilíbrio" entre as várias posturas e estabelece como prioridade os jovens. "Esta é uma agenda para os jovens", reiterou. 

Questionada sobre se a proposta do Governo está fechada, Mendes Godinho disse que até estar aprovada pelo Conselho de Ministros está "em aberto", mas o objetivo é que receba 'luz verde' amanhã para depois seguir para a Assembleia da República. 

"A nossa preocupação tem sempre sido que esta agenda respeite as várias linhas de intervenção que assumimos: a conciliação da vida pessoal, familiar e profissional", explicou a ministra. 

Confrontada com a críticas de que o Governo está a tratar deste assunto por causa das negociações do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), a ministra disse que "este processo iniciou-se em julho de 2020. O que estamos a fazer é seguir todos os passos que tínhamos previsto". 

Leia Também: Reformados vão exigir pensões dignas em jornada de luta que decorre sexta

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