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Portway "abordou sindicatos" para chegar a acordo que poupe custos

A empresa de 'handling' (assistência nos aeroportos em terra) Portway "abordou os sindicatos" com o objetivo de "obter um acordo que permita poupanças de custos", adiantou fonte oficial do grupo à Lusa.

Portway "abordou sindicatos" para chegar a acordo que poupe custos
Notícias ao Minuto

18:30 - 07/05/21 por Lusa

Economia Aviação

"As empresas do setor da aviação foram profundamente afetadas pela crise pandémica e a Portway não é exceção. Em 2020, o prejuízo no resultado operacional da Portway foi de 9,4 milhões de euros. Já no primeiro trimestre de 2021, os prejuízos foram de 5,3 milhões", referiu a empresa.

"Isto significa que, em 2020, o volume de negócios da Portway caiu 51% face ao ano anterior" e que "no primeiro trimestre de 2021 a queda foi de 56% face ao mesmo período de 2020", sendo que o número de movimentos "caiu 57% em 2020 e 65% no primeiro trimestre de 2021".

A Portway indicou que, "de momento, as previsões apontam para que apenas em 2024 ocorra o regresso aos níveis de atividade de 2019" e que por isso a empresa "abordou os sindicatos no sentido de obter um acordo que permita poupanças de custos para fazer face à enorme quebra de atividade".

O grupo "conta com os seus colaboradores e estruturas sindicais suas representantes, tal como tem acontecido até à data, para devolver a empresa ao rumo de sustentabilidade", rematou a empresa.

Num comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores da Marinha Mercante, Agências de Viagens, Transitários e Pesca (Simamevip), o Sindicato Democrático dos Trabalhadores dos Aeroportos e Aviação (Sindav), o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil (Sintac), o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (Sitava) e o Sindicato dos Técnicos de Handling de Aeroportos (STHA) deram conta desta questão, abordada numa reunião que decorreu com a empresa.

No encontro, a "Portway informou que pretende celebrar, até final de maio, um Acordo Temporário de Emergência (à semelhança do que aconteceu noutras empresas -- TAP, Portugália e SATA) com todos os sindicatos, tendo ficado já marcadas reuniões para os dias 13 e 17 de maio".

A empresa "não identificou nesta reunião quais as matérias que pretende incluir neste Acordo Temporário de Emergência, pelo que, da nossa parte, informaremos a par e passo dos desenvolvimentos deste processo", acrescentam as estruturas.

Os acordos de emergência implementados nas outras companhias passaram por cortes salariais, redução do horário de trabalho e de pessoal.

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