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Equador com projetos para investimento privado em centrais elétricas

A Petroamazonas, empresa estatal do Equador, informou hoje que fez apresentações virtuais das quatro zonas que fazem parte do projeto BOOT (Built Own Operate and Transfer) 2020, na Amazónia, procurando atrair 516 milhões de dólares de investimento privado.

Equador com projetos para investimento privado em centrais elétricas
Notícias ao Minuto

20:36 - 12/07/20 por Lusa

Economia Equador

Em comunicado, a empresa explicou que o processo prevê a realização de investimentos privados até 2023 na construção de centrais elétricas a gás e petróleo associados.

Em 07 e 10 de julho, a Petroamazonas fez apresentações aos investidores através de videoconferência sobre as quatro zonas destinadas aos projetos, nas províncias amazónicas de Orellana e Sucumbios: Central (Sacha e Pucuna), Sul (Auca), Norte (Cuyabeno-Sansahuari, VHR, Guanta) e Este (Eden, Bloco 31 e Bloco 43).

Segundo a empresa, estes projetos tem um calendário estabelecido no âmbito do processo BOOT 2020, que procura atrair investimento privado de cerca de 516 milhões de dólares (416,6 milhões de euros) para a expansão e construção de centrais elétricas a gás e petróleo, que contribuirão com 232 megawatts de potência para as operações da companhia petrolífera estatal.

O processo está a avançar de acordo com o calendário previsto, e as visitas virtuais, contempladas na fase preliminar II, incluíram a participação de empresas, consórcios e eventuais consórcios.

Segundo a Petroamazonas, existem cinco entidades interessadas na zona Norte, três na Sul, quatro na Este e sete na Central.

Nos próximos dias, as empresas interessadas poderão pedir esclarecimentos, que serão satisfeitos pela companhia petrolífera estatal.

"Estamos à procura de investimentos sérios, com empresas que demonstrem a sua capacidade técnica e económica para construir estes projetos que fazem parte do Programa de Eficiência Energética que a empresa está a levar a cabo", afirmou Juan Bermeo, diretor-geral da Petroamazonas.

"Certos de que este projeto trará economias importantes ao país em aspetos tais como: a redução do dióxido de carbono (CO2), do volume de diesel importado para operações e em recursos económicos que podem ser atribuídos a outros setores", acrescentou o responsável.

Com o desenvolvimento destes projetos, a Petroamazonas espera aumentar o volume de gás, associado ao petróleo, utilizado para a produção de eletricidade em pelo menos 6 milhões de metros cúbicos por dia, o que equivale a uma redução adicional de 160.000 toneladas de CO2 por ano, pormenorizou o documento.

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