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Portugal sobe 2 posições no ranking de competitividade. Está em 37º lugar

Mão-de-obra qualificada, custo de oportunidade e estabilidade das infraestruturas são fatores que distinguem a economia portuguesa como sendo mais atrativa.

Portugal sobe 2 posições no ranking de competitividade. Está em 37º lugar

Portugal subiu duas posições no ranking de competividade, ocupando agora a 37.º posição da lista mundial, de acordo com um estudo divulgado esta terça-feira. Mão-de-obra qualificada, custo de oportunidade e estabilidade das infraestruturas são fatores que distinguem a economia portuguesa como sendo mais atrativa.

Este ranking, denominado por IMD World Competitiveness Center, é liderado por Singapura, de acordo com os dados divulgados esta terça-feira. A Porto Business School colabora com a realização deste ranking. 

Os três locais que lideram o ranking de competitividade, depois de Singapura, são a Dinamarca e a Suíça, que ocupam a segunda e terceira posição, respetivamente

O ranking avalia fatores como o desempenho económico, a eficiência das empresas, das infraestruturas e do Governo, "este é o melhor resultado alcançado pelo nosso país desde 2018, o que reflete uma economia mais sólida, influenciada pela inflação dos preços ao consumidor, pela exportação de produtos e por receitas turísticas - fatores que figuram no topo da lista das suas maiores forças económicas", pode ler-se num comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso 

"Em 37º lugar, Portugal recupera duas das seis posições perdidas em 2019. O resultado seria francamente melhor se não fossem alguns pontos fracos que continuam a prejudicar a nossa competitividade, vindos tanto das políticas públicas (53ª, entre 63 países avaliados, em matéria de política tributária) como das empresas (52ª, entre os mesmos 63 países, em matéria de práticas de gestão). Ajudam também muito pouco, agora em termos de ambiente económico global, os baixíssimos níveis tanto de poupança como de investimento, de tudo resultando uma expectativa de crescimento económico futuro muito baixo", refere Daniel Bessa, economista da Porto Business School, citado no mesmo comunicado. 

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