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Taxa de desemprego subiu para 6,8% nos primeiros três meses do ano

Dados divulgados pelo INE apontam para que a taxa de desemprego tenha subido nos primeiros três meses do ano, contrariando as estimativas dos economistas.

Taxa de desemprego subiu para 6,8% nos primeiros três meses do ano

A taxa de desemprego nos primeiros três meses do ano subiu para 6,8%, valor que compara com a taxa de 6,7% registada no trimestre anterior, de acordo com os dados divulgados, esta quarta-feira, pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE). A última vez que a taxa de desemprego trimestral registou um acréscimo foi no 1.º trimestre de 2016, pouco depois do início da atual legislatura

Economistas consultados pelo Expresso apontavam para uma taxa de desemprego de 6,5% no primeiro trimestre do ano, valor que corresponderia ao mais baixo desde 2004. No entanto, os números do INE vieram contrariar essa previsão. 

Quer isto dizer que a população desempregada, estimada em 353,6 mil pessoas, aumentou 1,3% em comparação com o trimestre anterior, mas diminuiu 13,8% em relação ao mesmo trimestre de 2018.

Entre os mais jovens - com idades entre os 15 e os 24 anos -, a taxa de desemprego situou-se em 17,6%, o valor mais baixo da série iniciada em 2011, de acordo com os dados do INE, tendo diminuído em comparação com o trimestre homólogo e com o anterior. 

Nas previsões económicas de primavera, divulgadas na terça-feira, Bruxelas estima que a taxa de desemprego continuará a diminuir no conjunto deste ano, mas também perderá fôlego: depois de ter recuado de 9,0% em 2017 para 7,0% em 2018, espera-se agora uma descida para 6,2%, este ano, e para 5,7%, em 2020.

Já o Governo antecipou, no Programa de Estabilidade 2019-2023, que a taxa de desemprego desça dos 7% registados em 2018 para 6,6% este ano, uma revisão em alta face aos 6,3% inscritos no Orçamento do Estado para 2019. Para 2020, o executivo prevê uma taxa de desemprego de 6,3%, antevendo que recue para 5,9% em 2021, 5,6% em 2022 e 5,4% em 2023.

E o emprego?

A Comissão Europeia estima, ainda, que o emprego mantenha a trajetória de crescimento observada nestes últimos anos, mas a um ritmo mais fraco, ainda segundo o 'pacote' que contém as previsões económicas de primavera.  

Em 2018 "pelo segundo ano consecutivo, o emprego cresceu mais do que o PIB", refere o documento notando, contudo, que este crescimento abrandou no final de 2018 e no início de 2019 e que "a desaceleração deverá continuar no horizonte da previsão".

[Notícia atualizada]

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