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Défice comercial dos EUA sobe em outubro para máximo em 10 anos

O défice comercial dos Estados Unidos aumentou em outubro e atingiu um nível inédito em dez anos com importações recorde e uma descida das exportações.

Défice comercial dos EUA sobe em outubro para máximo em 10 anos
Notícias ao Minuto

14:22 - 06/12/18 por Lusa

Economia importações

O défice de bens e serviços atingiu 55,5 mil milhões de dólares - superior ao esperado pelos analistas - com as exportações a baixarem 0,1% para 211 mil milhões de dólares e as importações com uma subida de 0,2% para 266,5 mil milhões, segundo dados divulgados hoje pelo Departamento do Comércio.

As previsões dos analistas apontavam para um défice de 54,7 mil milhões de dólares.

O défice com a China, com a qual Washington tenta concretizar um acordo comercial após ter sido anunciada uma trégua da guerra de tarifas no fim de semana passado, registou em outubro uma subida de 2% para 38,18 mil milhões.

Em sentido contrário, as exportações baixaram no setor alimentar e de bebidas bem como no setor-chave da aeronáutica civil, que habitualmente impulsiona as exportações norte-americanas.

Em relação à troca de bens com a União Europeia, o défice atingiu 15,05 mil milhões, ou seja, um aumento de 6%.

O presidente norte-americano, Donald Trump, quer reduzir o défice comercial dos Estados Unidos com o resto do mundo, considerando que este saldo negativo penaliza as empresas e os trabalhadores norte-americanos.

Trump tem também acusado Pequim de aumentar o défice devido a práticas desleais, subvencionando, por exemplo, empresas chinesas para exportarem com preços baixos.

Desde há vários meses que os dois países estão envolvidos numa batalha comercial, com a aplicação de taxas alfandegárias suplementares às respetivas importações, tendo sido anunciada uma trégua neste conflito após um encontro de Trump com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, à margem da cimeira do G20, que decorreu no fim de semana passado na Argentina.

Em paralelo com este contencioso com a China, Washington também quer obter maior abertura do mercado europeu aos produtos norte-americanos.

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