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Um quase naufrágio salvo pelo comandante: As notas do Santa Clara-Benfica

Exibição pobre das águias em São Miguel salva pela eficácia na segunda parte. Vinícius e Pizzi marcaram os golos do triunfo benfiquista nos Açores.

Um quase naufrágio salvo pelo comandante: As notas do Santa Clara-Benfica

Contra factos não há argumentos. Em 30 jogos de Bruno Lage na I Liga, o treinador do Benfica conduziu a equipa a 28 vitórias, tendo apenas um empate (Belenenses SAD) na época passada e uma derrota frente ao FC Porto esta temporada.

Este sábado, o Benfica somou mais um triunfo, frente ao Santa Clara, e continua na liderança da I Liga, com mais cinco pontos que o FC Porto (que joga hoje diante do Boavista), mas não se pode contornar a questão exibicional. Os resultados internos continuam a aparecer, mas o nível de jogo da equipa encarnada parece cada vez mais baixo.

Processos lentos, erros repetidos, jogadores muito estáticos, movimentos previsíveis. Na 1.ª parte do encontro no Estádio São Miguel, houve um deserto de ideias e nem uma oportunidade de golo para contar ao intervalo. No segundo tempo as coisas melhoraram, mas o brilhantismo não entrou em campo.

É notório que o Benfica passa por um momento menos bom a nível exibicional, mas é também verdade que esta temporada ainda não se assistiu à qualidade da época passada. Bruno Lage referiu antes do encontro com o Santa Clara que não é por um resultado menos positivo que se deve mudar de rumo. Mas a continuar assim, os resultados menos positivos arriscam-se a aumentar.

Figura do jogo: Longe de uma exibição de gala, Pizzi foi preponderante na vitória do Benfica. Enquanto a equipa mostrava alguma apatia, teve ser o comandante a mostrar a sua insatisfação perante o resultado e a tentar conduzir os companheiros para o triunfo. Primeiro uma assistência, depois um golo, chegaram e sobraram para fazer do ‘21’ das águias o homem do jogo.

Desilusão: Passe tentado, passe falhado. Gabriel não esteve nos seus melhores dias, muito longe disso. Sempre que tentava um passe em rutura ou de mudança de flanco, o médio brasileiro não o conseguia da melhor forma e foi insistindo até à exaustão. Melhorou ligeiramente na segunda parte e esteve bem no capítulo dos duelos. Ainda assim, as falhas na ligação com o ataque foram imensas.

Surpresa: Zaidu Sanusi demonstrou que tem um potencial imenso. O lateral de apenas 22 anos mostrou-se sempre disposto a ajudar nas tarefas ofensivas da equipa com a sua velocidade incrível. Defensivamente foi exemplar.

Bruno Lage: Fez quatro alterações no onze, três delas por opção. Bruno Lage continua a mexer e a equipa parece ressentir-se disso. Onde está a qualidade da época passada?

João Henriques: Fez o que seria expetável. Tentou controlar o jogo em profundidade do Benfica e fê-lo bem. Contou com a desinspiração por parte do adversário, mas neutralizou os jogadores mais influentes das águias… até certo ponto. A estratégia mostrou-se acertada, mas falível na segunda parte.

Artur Soares Dias: Nos lances de maior ‘burburinho’ decidiu sempre bem. Nada a dizer.

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