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Jeep Renegade: Ou se adora ou se odeia, mas a identidade é inquestionável

O Firefly 1.0 de três cilindros assenta que nem uma luva num Renegade que é uma ótima escolha para este ano que ainda agora começou.

Notícias ao Minuto

09:45 - 02/01/19 por Ruben Valente 

Desporto Teste

O Jeep Renegade estreou no passado mês de setembro o novo motor Firefly 1.0 de três cilindros com 120 cv de potência, idêntico ao lançado também no Fiat 500X. O Desporto ao Minuto teve a oportunidade de o experimentar e as impressões foram positivas, apesar de alguma desconfiança.

Porquê a desconfiança? Uma coisa é colocar este motor num veículo como o 500X: mais leve, mais ágil, tinha tudo para correr bem. No entanto, ao saber que o mesmo motor iria equipar o Renegade pensámos que seria curto mas… fomos surpreendidos.

Na estrada

Diz-nos a Jeep que este motor, com transmissão manual de seis velocidades, assegura 185 km/h de velocidade máxima e aceleração de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos. Quanto ao binário máximo tem 190 Nm às 1750 rpm.

Por estes números, o leitor já estará a pensar que o poder de explosão não anda de braços dados com este Renegade. E está certo. Mas também não foi esse o objetivo da Jeep. Percebe-se logo nas primeiras impressões que este SUV foi pensado para uma condução citadina. Responde bem em baixas e altas rotações, sem entrar em grandes loucuras. Afinal de contas, estamos a falar de 1395 kg a serem movidos.

Há que dizer que a perfomance a partir dos 120 km/h deixa um pouco a desejar, mas o balanço é mais que positivo. O conforto na condução tem de ser, na nossa opinião, algo indispensável e este Renegade cumpre na perfeição esse mesmo objetivo.

Notícias ao Minuto© Notícias ao MinutoExterior

Passando da experiência para o visual, o Renegade ou se odeia ou se adora. Não existe meio termo para um modelo que já é inconfundível. As suas óticas frontais redondas, com luzes led e de halogéneo, conferem-lhe um design moderno e arrojado, tal como as traseiras, com os seus conhecidos X’s.

A grelha frontal consegue fazer deste SUV um veículo imponente e ao mesmo tempo deixa transparecer a imagem de marca da Jeep. Como cereja no topo deste Renegade está o teto de abrir e panorâmico. Um visual que não deixa dúvidas quanto ao público que pretende conquistar: o mais jovem.

Interior

O exterior do Renegade agrada-nos bastante, não vamos negar. Todavia foi o interior que nos conquistou. Percebe-se que este modelo não se trata do topo de gama da Jeep, não obstante o interior funcional, agradável e confortável que nos dá tudo aquilo que podemos pedir a este modelo.

Esta nova versão do Renegade tem uma nova consola central. O sistema multimédia Uconnect NAV de 8,4 polegadas contém o Apple CarPlay, um ‘must’ para os utilizadores de iPhone.

Quanto ao painel de instrumentos do condutor, que se apresenta com 7 polegadas, é digital e personalizável. Oferece-nos informação multimédia, como música, intérprete e estação de rádio, mostra em tempo real a situação da caixa de transferência, as estatísticas em off-road e até os sinais de trânsito da estrada onde nos situamos. Em poucas palavras: muito completo e acessível.

Os bancos em pele ergonómicos têm o nosso carimbo de conforto e espaço não falta a este Renegade. O volante é multifunções e dispõe até de comando por voz. Há que não esquecer o sistema de som Beats. Mais um apontamento para conquistar uma faixa etária mais nova.

Notícias ao Minuto© Notícias ao Minuto

Tecnologia e segurança

Neste modelo testado, as funcionalidades de segurança são várias. Destacamos o reconhecimento de sinais de trânsito, o aviso de transposição de faixa, o sistema de aviso de ângulo morto, a câmara traseira para ajudar no estacionamento e o alerta de colisão frontal.

Além disto, é necessário falar do sistema Jeep Skills. Com esta novidade implementada no Renegade diz-nos a marca que “pode avaliar a sua viagem graças ao feedback em tempo real dos parâmetros da sua condução e publicar a análise da mesma”. Além disto, o condutor pode também partillhar online os trilhos percorridos com outros utilizadores de veículos Jeep.

Por fim, mas não menos importante, como a comodidade é um dos objetivos da Jeep, há que frisar o sistema KeyLess Entry e KeyLess Go. A chave não precisa de estar na ignição para andar, nem para destrancar o carro. Basta estar próxima, ou seja, nem precisa de a tirar do bolso para seguir viagem.

Avaliação

Só podemos dar nota positiva ao Jeep Renegade. O novo motor, apesar de ser o menos potente, não defraudou as nossas expectativas. Achamos também que um dos pontos fortes do Renegade é o preço: a partir de 25 mil euros já consegue adquirir um dos modelos que promete marcar este ano de 2019. - Preço da versão testada: 33.280 euros.

No entanto, é preciso alertar para os consumos. Esperávamos que este motor fizesse com que o Renegade fosse um SUV poupado, mas não é. O consumo por nós realizado rondou os 8,8 l/100.

Pontos fortes:

- Conforto

- Preço/qualidade

- Design

Pontos fracos:

- Potência fica aquém para aqueles que gostam de uma condução mais desportiva

- Consumo

Fique agora com a fotogaleria acima!

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