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Macau: Bienal de arte feminina com "mais participação da sociedade civil"

A bienal internacional de mulheres artistas de Macau (ArtFem) é inaugurada na quarta-feira, "na véspera da celebração da Lua", uma segunda edição com mais participação da sociedade civil, disse hoje à Lusa um dos organizadores.

Macau: Bienal de arte feminina com "mais participação da sociedade civil"
Notícias ao Minuto

08:00 - 29/09/20 por Lusa

Cultura ArtFem

Em 2018, a primeira edição da bienal foi inaugurada no Dia Internacional da Mulher, em 08 de março, mas este ano a epidemia de covid-19, que chegou ao território no final de janeiro, levou ao adiamento da abertura da segunda edição para 30 de setembro, para coincidir com a festividade chinesa do bolo lunar.

Uma coincidência feliz, disse à Lusa o presidente da comissão organizadora, Carlos Marreiros, recordando que o "solstício da lua [é] também um elemento feminino, na véspera da celebração da Lua".

A mostra inclui pintura, escultura, cerâmica, instalações, desenho, serigrafia em diversos suportes, vídeo e fotografia.

Esta edição, sublinhou, tem "muito mais [participação] da sociedade civil", já que quatro instituições privadas vão albergar a bienal internacional: Albergue da Santa Casa da Misericórdia, Antigo Estábulo Municipal de Gado Bovino, Galeria Lisboa e Fundação Oriente.

O tema escolhido é "Natura", para dar valor "à contribuição das mulheres na defesa dos valores fundamentais", na conservação da natureza e também "na natureza mais íntima de todos nós", explicou.

Cinco curadores asseguram a bienal deste ano: além de Carlos Marreiros, também Leonor Veiga, em Lisboa, Alice Kok e James Chu, de Macau, e Angela Li, da China continental.

A pandemia da covid-19 dificultou o trabalho, mas "hoje, com as tecnologias, é possível fazer à distância" a organização das curadorias, explicou, acrescentando que neste momento os cinco curadores já se encontram em Macau e apenas Leonor Veiga se encontra em quarentena obrigatória de 14 dias.

Esta segunda edição vai contar com 143 obras criadas por 98 mulheres artistas de 22 países. Há muitos "artistas de Macau", segundo Carlos Marreiros.

Macau (31), China continental (13) e Portugal (16) são os mais representados, seguindo-se Hong Kong (7), Coreia do Sul (2), Japão, (1), Indonésia (3), França (3) , Espanha (1), Itália (3), Países Baixos (1), Reino Unido (1), Alemanha (3), Suécia (1), Bélgica (1), Brasil (3), Estados Unidos (2), Canadá ( 1), Índia (2), Timor-Leste (1), Irão (1) e Austrália (1).

Até dia 13 de dezembro, último dia da bienal, estão programados vários seminários e 'workshops' com transmissões via Facebook.

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