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Figueira da Foz investe mais de 5 milhões no parque empresarial

Município vai investir mais de cinco milhões de euros na requalificação e ampliação do Parque Industrial e Empresarial da Figueira da Foz. O objetivo é "aumentar a população, fixar residentes" e "fundamentalmente criar postos de trabalho qualificados.”

Figueira da Foz investe mais de 5 milhões no parque empresarial

Foi aprovada por unanimidade, em reunião de câmara, a abertura de procedimento, por concurso público, para a realização da empreitada de requalificação e ampliação do Parque Industrial e Empresarial da Figueira da Foz (PIEFF), que será financiado a 85% por fundos comunitários, refere comunicado enviado aos jornalistas. O preço base do procedimento é de 5.342.424 euros e fundamentou-se em custos médios de anteriores procedimentos para trabalhos idênticos.

O lote 1 contempla a execução das infraestruturas de ampliação do Parque Industrial e tem um prazo de execução de 16 meses. Já o lote 2, que tem um prazo de execução de 25 meses, destina-se à rede de saneamento doméstico e industrial. 

Para o presidente da autarquia, Carlos Monteiro, “esta também será uma das obras mais importantes para o futuro do nosso concelho” pois, apesar de ter um tecido empresarial que, segundo dados de 2019, faturou três mil milhões de euros e que emprega na ordem das 13.400 pessoas, “queremos aumentar a população, fixar residentes, fundamentalmente criar postos de trabalho qualificados”. 

Em comunicado, Carlos Monteiro referiu ainda que, “provavelmente ainda este mês”, o executivo irá submeter para aprovação em reunião de câmara a abertura de um outro procedimento, que é para candidatar a fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e, “sendo aprovado”, será financiado a 100%. 

Os dois procedimentos irão “consumar um valor na ordem dos oito milhões para requalificarmos e alargarmos a zona industrial”, reforçou o edil.

Por seu lado, a vice-presidente, Ana Carvalho, reforçou a ideia de que com este investimento não se vai aumentar a dívida. A autarca avançou que “vamos conseguir pagar com o orçamento anual da Câmara e com as receitas que a Câmara gera anualmente” e referiu ainda que “a divisão que estamos aqui a apresentar, que vai ser no fundo lote 1, lote 2 e vai vir um lote 3, que é a aceleradora de empresas”, permitirá “ir a dois tipos de financiamento, um que é o Centro 2020 e o outro o PRR”, sustentou citada em comunicado. 

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