Ex-ministro de Cavaco soma mais um crime por cooperar com a Justiça

O ex-ministro da Saúde de Cavaco Silva, Arlindo de Carvalho, colaborou com a investigação do Ministério Público, relativa ao universo do Banco Português de Negócios (BPN), e, em troca, “ganhou” mais um crime, escreve esta quarta-feira o jornal i.

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Política Arlindo de Carvalho

A colaboração com o Ministério Público na quarta investigação relativa ao universo BPN “rendeu” mais um crime ao ex-ministro da Saúde Arlindo Carvalho e ao seu sócio José Neto.

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De acordo com o jornal i, os dois sócios acusados de terem ficado indevidamente com mais de 80 milhões de euros do BPN não estavam indiciados por abuso de confiança, no início de Fevereiro, mas somente por burla qualificada e fraude fiscal qualificada. Contudo, a lista de crimes cresceu quando os dois apresentaram documentos a provar que não fugiram ao fisco no que diz respeito a alguns juros depositados nas suas contas.

Esta colaboração com o Ministério Público até os livrou de uma possível segunda acusação por fraude fiscal, mas acabou por lhes valer uma outra por abuso de confiança. Escreve o jornal i que os investigadores entenderam, pela primeira vez, que a conduta dos dois arguidos tinha lesado uma das empresas de que eram sócios e não apenas o BPN. 

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