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CDU diz que candidato da AD quer recuar "quase ao tempo dos dinossauros"

O secretário-geral do PCP ridicularizou hoje a posição do cabeça de lista da Aliança Democrática (AD) por Santarém, Eduardo Oliveira e Sousa, sobre as alterações climáticas, acusando-o de querer recuar "até ao tempo dos dinossauros".

CDU diz que candidato da AD quer recuar "quase ao tempo dos dinossauros"
Notícias ao Minuto

16:20 - 01/03/24 por Lusa

Política CDU

"Estava a acusar PSD, CDS, Chega e IL de quererem voltar a 2011 e pelos vistos esse candidato da AD quer voltar ao tempo em que ainda não havia alterações climáticas. Por isso é que achamos que o nosso é o projeto para a frente. Pelos vistos, o desse senhor não, é para trás, é muito para trás... quase ao tempo dos dinossauros", ironizou Paulo Raimundo.

Falando à margem de uma ação de campanha da CDU (Coligação Democrática Unitária, que junta PCP e PEV), às portas de um parque de indústria aeronáutica em Évora, o líder comunista foi mais longe e salientou que mesmo no tempo dos dinossauros já havia problemas com as alterações climáticas.

"Também houve lá um problema de alterações climáticas com os dinossauros, como sabemos. Foi a reação dele, pronto. O Trump pensa o mesmo, acho eu", disse, gerando alguns risos na sua comitiva, resumindo: "Essas pessoas, quando não têm mais nada para propor e não têm nada para resolver os problemas das pessoas, o que querem é voltar atrás. Aliás, tão atrás, tão atrás, tão atrás, ao tempo em que ainda não havia alterações climáticas".

O cabeça de lista da AD por Santarém afirmou na quinta-feira que Portugal tem perdido investimento por "falsas razões climáticas", defendendo que "sempre existiram fenómenos extremos", e avisou que agricultores já falam em organizar milícias armadas perante "os roubos nos campos".

Numa intervenção num jantar-comício em Ourém, o antigo presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) Eduardo Oliveira e Sousa defendeu que "a floresta não é apenas um parque temático ou um armazém de carbono, é economia".

"Proíbem novas plantações às cegas, baseados em ideologias de extrema-esquerda, movidos por um dissimulado combate à criação de riqueza, iludindo as pessoas com falsas razões de ordem climática ou de desordenamento do território", criticou.

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