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Pacheco Pereira e as restrições para não-vacinados: "Não afeta liberdade"

"Se se mostrar que as pessoas que não querem ser vacinadas ou que não estão vacinadas por outra razão qualquer podem ser um fator de agravamento e no retorno da pandemia", essas "devem ser sujeitas a medidas de restrição". 

Pacheco Pereira e as restrições para não-vacinados: "Não afeta liberdade"

Com uma reunião que irá juntar políticos e peritos na sede do Infarmed, em Lisboa, esta sexta-feira, o tema das eventuais novas medidas contra a pandemia da Covid-19 que poderão vir a ser implementadas em Portugal estão em cima da mesa. No programa 'Circulatura do Quadrado', da TVI24, Pacheco Pereira defendeu medidas de restrição para os não-vacinados. 

Questionado sobre se a evolução da pandemia pode vir a obrigar a um novo confinamento, o comentador foi taxativo: "A resposta é sim". 

"Mas eu gostaria de ter mais dados. O primeiro dos dados que eu gostava de ter é saber, neste surto, quantos casos podem ser associados a pessoas que não são vacinadas", acrescentou o social-democrata. 

Para José Pacheco Pereira, "se se mostrar que as pessoas que não querem ser vacinadas ou que não estão vacinadas por outra razão qualquer podem ser um fator de agravamento e no retorno da pandemia", essas "devem ser sujeitas a medidas de restrição". 

"Acho isso perfeitamente normal em democracia, não afeta a liberdade de ninguém. Põe é em causa o discurso negacionista", sublinhou ainda. 

Recorde-se que Portugal registou, esta quarta-feira, mais nove mortes (uma variação de 0,05%) e 2.527 novos casos (um aumento de 0,23) - o maior número de contágios desde dia 2 de setembro, dia em que o boletim reportou 2.830 infeções, mas em estavam contados 848 testes positivos em atraso, e 26 de agosto, data em que houve 2.552 - relacionados com a Covid-19.

O primeiro-ministro, António Costa, convocou para amanhã uma reunião no Infarmed sobre a evolução da situação epidemiológica da Covid-19 em Portugal.  Esta está prevista para as 15h, tendo a participação pela parte política do chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e de representantes dos partidos com representação parlamentar.

A última reunião no Infarmed, em Lisboa, realizou-se no passado dia 16 de setembro, numa conjuntura em que Portugal registava progressos acentuados na evolução da taxa de vacinação, uma redução da incidência e do índice de transmissão (Rt) da Covid-19.

Leia Também: Máscaras e confinamentos a 'caminho'? O que disseram peritos e políticos

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