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Politico tentou vender "conteúdos" para promover presidência da UE

Tratar-se-ia de uma despesa "sem justificação", considerou o ministro dos Negócios Estrangeiros. A presidência portuguesa terminou em 30 de junho, passando o testemunho à Eslovénia.

Politico tentou vender "conteúdos" para promover presidência da UE

O jornal Politico tentou vender ao Governo a publicação de "conteúdos" para promover a presidência portuguesa da União Europeia, avança, esta segunda-feira, o Público. O Executivo rejeitou a proposta da publicação. 

O objetivo seria, é revelado, "realçar a presidência" nacional através de uma campanha de publicidade e "conteúdos" informativos. 

O Executivo nacional disse 'não' ao Politico - que tem 2,7 milhões de visitantes únicos mensais - por ordem do ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva. Em resposta ao Público, a tutela confirmou que o ministério "não deu seguimento à iniciativa do Politico".

Tratar-se-ia de uma despesa "sem justificação", com o ministro a considerar que "cobertura noticiosa dos factos deve fazer-se pelo seu valor próprio". 

O Notícias ao Minuto já contactou o Ministério dos Negócios Estrangeiros para obter mais esclarecimentos. 

De lembrar que a quarta presidência portuguesa da União Europeia terminou em 30 de junho, passando o testemunho à Eslovénia à frente do Conselho da UE nos próximos seis meses.

O semestre português foi encerrado com a Cimeira da Recuperação, organizada pelo Ministério das Finanças e que juntou em Lisboa ministros europeus, comissários, eurodeputados e especialistas para debater a reforma da economia europeia após a pandemia de Covid-19 e o modelo de governação económica da UE.

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