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Augusto Santos Silva participa no dia da independência da Guiné

Os presidentes da Mauritânia, Senegal, Nigéria, Burkina Faso, o primeiro-ministro do Togo e o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, participam hoje nas comemorações da independência da Guiné-Bissau, numa cerimónia restrita devido à covid-19.

Augusto Santos Silva participa no dia da independência da Guiné
Notícias ao Minuto

06:50 - 24/09/20 por Lusa

Política Negócios Estrangeiros

Segundo fonte da presidência guineense, estarão ainda presentes os chefes da diplomacia da Libéria e da Gâmbia, o ministro da Energia do Gana e o chefe de gabinete do Presidente da Costa do Marfim.

As celebrações do dia da independência, proclamada em 24 de setembro de 1973, vão decorrer no estádio nacional, em Bissau, e, segundo o programa, o Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, fará um discurso e entregará condecorações.

O programa inclui também a inauguração das avenidas com os nomes do Presidente do Senegal, Macky Sall, e do Presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, e um almoço oficial para os chefes de Estado convidados, que devem deixar Bissau durante a tarde.

As celebrações do dia da independência terminam com um cocktail na presidência guineense.

A Guiné-Bissau declarou unilateralmente a independência em 24 de setembro de 1973. A declaração foi feita pelo antigo Presidente João Bernardo "Nino" Vieira.

A cerimónia será restrita devido à pandemia e o Alto-Comissariado para a Covid-19 da Guiné-Bissau pediu aos guineenses para cumprirem rigorosamente com as recomendações para prevenir a doença nas comemorações e evitar novos contágios.

O coordenador-adjunto daquela entidade, Tumané Baldé, referiu que as comemorações são um "ato simbólico" e os guineenses devem evitar fazer festas para que o número de contaminações não aumente, recomendando o distanciamento social, o uso de máscara e a lavagem frequente das mãos.

Por seu lado, o Presidente da Guiné-Bissau apelou na terça-feira aos guineenses para celebrarem o dia da independência, colocando de lado as "querelas políticas".

"O dia da independência é um dia de desígnio nacional, não é o dia de Umaro Sissoco Embaló, é o dia nacional da Guiné-Bissau e por isso apelo a todos os filhos da Guiné-Bissau para deixarem as nossas querelas políticas, os nossos sentimentos de lado, para abraçarem esta ideia e receberem os nossos hóspedes para verem que temos um momento de trégua", disse Umaro Sissoco Embaló.

O Ministério do Interior da Guiné-Bissau destacou 2.000 elementos para garantir a segurança durante as celebrações e o ministro Botche Candé deixou um aviso: "Quem pensa que vem para a Guiné para tentar infiltrar-se no nosso seio para fazer mal, nem pensar. Temos camaradas em todos os bairros e ruas principais, na linha de fronteira e caminho das matas".

No domingo, chegaram também ao país 50 elementos das forças guineenses que receberam um treino, durante três meses, na Turquia, que vão integrar a segurança dos chefes de Estado estrangeiros.

A presidência da Guiné-Bissau recebeu pedidos de acreditação de mais de 200 jornalistas nacionais e estrangeiros para acompanharem as cerimónias de hoje.

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