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"Salvador Malheiro estava com saudades de ir à televisão"

Fernando Medina 'respondeu' ao autarca de Ovar numa entrevista, esta segunda-feira, na TVI. Malheiro tinha sugerido uma cerca sanitária em Lisboa.

"Salvador Malheiro estava com saudades de ir à televisão"

Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, foi, esta segunda-feira, entrevistado no Jornal das 8 da TVI e 'respondeu' a Salvador Malheiro, autarca de Ovar que, através do Facebook, tinha sugerido uma cerca sanitária em Lisboa

"Salvador Malheiro estava com saudades de ir à televisão. E como ele passou metade da pandemia a querer mostrar-se na televisão, decidiu, em vez de ter uma intervenção construtiva sobre resolver a pandemia, dizer mais uma asneira", começou por afirmar Medina.

O autarca de Lisboa foi mais longe, considerando que Salvador Malheiro "nem faz ideia do que é Lisboa, nem a região de Lisboa, nem os problemas da região de Lisboa". 

"Nem sequer a dimensão de Lisboa. Basta uma freguesia de Sintra para ser maior do que Ovar. A minha valorização do que ele diz é nenhuma", considerou ainda. 

Sobre a situação epidemiológica que se vive na região, e após ter esta tarde ter marcado presença numa reunião com o primeiro-ministro, António Costa, e cinco presidentes de Câmara da Área Metropolitana de Lisboa, Fernando Medina explicou na estação, esta noite, que "há semanas, detetou-se que começaram a aparecer um conjunto de surtos muito associados a empresas de construção e trabalho temporário" e que, durante este tempo, "a estratégia que houve foi a de desenvolver um conjunto massivo de testes, sem precedentes no nosso país"

"Era suposto que, passado este período, o número diário de novos casos tivesse diminuído. Isso não aconteceu", notou o autarca. E porquê? "Não houve um declínio de novos casos porque não houve a contenção dessas cadeias de transmissão. E por isso é que há um conjunto de novos casos que mantém este número, que é elevado", explicou.

Recorde-se que António Costa comunicou, esta tarde, um 'passo atrás' no desconfinamento em algumas zonas da Área Metropolitana de Lisboa. Entre as medidas constam que os ajuntamentos voltam a ter 10 pessoas como máximo permitido e as autoridades passam a poder autuar. Já os estabelecimentos terão de fechar às 20 horas, com exceção dos restaurantes para serviço de jantar. 

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