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Joacine vai refletir "numa maneira de superar este violento escrutínio"

Joacine Katar Moreira saiu do primeiro dia do Congresso do Livre considerando "um voto de confiança" o facto de os membros do partido terem decidido adiar a decisão sobre a deliberação da assembleia.

Joacine vai refletir "numa maneira de superar este violento escrutínio"

O primeiro dia do Congresso do Livre foi, como se esperava, tenso. No final dos trabalhos, Joacine Katar Moreira, que esteve no centro de todas as atenções, disse que a convulsão vivida com o partido irá exigir de si "uma reflexão" e realçou o "voto de confiança" que lhe fora dado pelos membros do partido, que decidiram adiar a decisão sobre o seu futuro no Livre. 

Questionada se sente em condições de continuar a representar o Livre no Parlamento, a deputada única respondeu:  "Isto hoje obviamente que foi complicadíssimo. Irá obviamente exigir uma reflexão". 

"Mas o facto é este: a maioria dos membros do partido votou para que houvesse um adiamento e a hipótese de eu ser verdadeiramente escutada, algo que não tinha acontecido", destacou, assinalando que isso significa que a maioria dos membros do partido "não está ansiosa e não tem necessidade nenhuma que eu me vá embora neste exacto momento ou de que a confiança política me seja retirada"

Em suma, para Joacine, "é mais um voto de confiança". "Irei reflectir numa maneira de superar este violento escrutínio não unicamente dos orgãos de comunicação social mas igualmente de alguns membros do Livre", atirou ainda, antes de sair do edifício que acolhe o Congresso.

Os membros do Livre decidiram este sábado adiar a votação da resolução da 42.ª assembleia sobre a retirada da confiança política a Joacine Katar Moreira, passando essa decisão para os órgãos eleitos este domingo, segundo dia do Congresso. 

Antes disso, a deputada única do partido fez a sua intervenção na qual criticou  duramente o relatório da assembleia, chegando a mesmo a exaltar-se. "É mentira, é mentira. Tenham vergonha. Isto é inadmissível", gritou, referindo que aquela deliberação - que pede que seja retirada confiança política à deputada - está repleta de "inverdades".

 

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