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Nova Portugalidade reage à polémica com Jaime Nogueira Pinto

O movimento Nova Portugalidade refuta várias das acusações de quem tem sido alvo nos últimos dias, na senda da polémica em torno da conferência que iria ser dada por Jaime Nogueira Pinto na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa mas que acabou por ser cancelada.

Nova Portugalidade reage à polémica com Jaime Nogueira Pinto
Notícias ao Minuto

18:18 - 15/03/17 por Anabela de Sousa Dantas 

País Movimento

O movimento designado como Nova Portugalidade esclareceu, em comunicado enviado às redações e na sua página de Facebook, que a conferência do professor e politólogo Jaime Nogueira Pinto, agendada para a FCSH da Universidade Nova de Lisboa foi cancelada e não adiada.

Recorde-se que Jaime Nogueira Pinto foi convidado a dar uma palestra naquela faculdade a convite do núcleo de alunos da FCSH ligado à Nova Portugalidade para a conferência intitulada 'Populismo ou Democracia? O Brexit, Trump e Le Pen em debate'. Acabaria por ser cancelada um dia antes da sua realização.

“A conferência foi cancelada, e disso foram informados Jaime Nogueira Pinto, assim como, telefonicamente e por e-mail, a Nova Portugalidade”, indicou o grupo, que ainda acrescenta que “em nenhum momento se produziu referência a um adiamento” e que “nem foi sugerida data alternativa para a realização da mesma nem feito compromisso de um contacto posterior”.

O movimento classifica ainda como falsas as alegações de que teria à sua disposição uma equipa de segurança. “Falso, ainda que revelador de grande dose de bom humor. A Nova Portugalidade perfaz-se dos onze colaboradores diretos que, do Brasil a Portugal, animam a página. Inclui, ainda, número limitado de amigos e apoiantes próximos, entre professores universitários, antigos deputados, advogados, economistas e alunos do ensino superior. Não possui ou deseja possuir uma ‘equipa de segurança’ e, se o desejasse, para tanto não teria meios”, indicaram.

“Ora, o núcleo da Nova Portugalidade na FCSH perfaz-se de apenas quatro estudantes daquela instituição, e não dez homens, muito menos, como alguém lhes chamou, ‘gorilas’. O Sr. Director da Faculdade, pois, falta à verdade - e fá-lo-á, decerto, por desejar furtar-se à demissão. O motivo é compreensível. Os meios de que tem feito uso, todavia, são eticamente indefensáveis”, vincaram.

O movimento sublinha também que é falso que a associação de estudantes da FCSH nada tenha a ver com o cancelamento do evento. “Como atesta a Acta da Reunião Geral de Alunos, assim como a informação transmitida à Nova Portugalidade pela própria Associação de Estudantes, a AE comprometia-se a ‘tudo fazer’ para que o evento não se realizasse e afirmava ‘condenar’ a conferência - por muito que agora, por oportunismo evidente e em clara afronta à verdade, afirme o oposto”, indicaram.

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