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Chicão diz que Chega não permite Governo de direita

O presidente do CDS-PP alertou que um voto no Chega "não permite a formação de um governo de direita" e pediu aos eleitores que concentrem no CDS-PP os votos à direita do PSD.

Chicão diz que Chega não permite Governo de direita
Notícias ao Minuto

06:33 - 26/01/22 por Notícias ao Minuto

Política Legislativas

"Toda a gente já percebeu que votar no Chega é um voto que não permite a formação de um governo de direita em Portugal", afirmou.

O CDS-PP assinalou esta terça-feira o 47.º aniversário do cerco ao primeiro congresso do partido, na Biblioteca Almeida Garrett, junto ao Palácio de Cristal, no Porto.

Discursando perante um auditório cheio, Francisco Rodrigues dos Santos deixou um apelo a "todos aqueles que queiram um Governo de direita em Portugal" e considerou que "só têm uma opção, é concentrar os votos à direita do PSD no CDS".

"Concentrem os votos da direita popular, sensata, com preocupações sociais e conservadoras no CDS, e só assim temos a garantia que uma nova maioria de direita no parlamento pode mesmo significar um novo governo de direita para Portugal", salientou.

E alertou que "pode acontecer uma maioria de direita no parlamento com António Costa a continuar a governar ou com um bloco central, por isso todos os partidos já disseram que com o Chega não se entendem".

Num discurso de 40 minutos, o líder do CDS-PP salientou que os centristas são "indispensáveis a Portugal" e que o partido se apresenta aos eleitores com "a mesma liberdade de sempre, sem nada temer, com a mesma resistência, com a mesma combatividade, com a mesma energia, porque o CDS é um partido que nunca morrerá porque tem alma e a alma são as gerações e gerações de portugueses que acreditam no único partido da direita certa para Portugal".

"Se nem o PREC nos deitou abaixo, se nem os sonhos coletivistas do doutor Cunhal nos calaram, se nem o terrorismo das FP25 nos amedrontou, se nem o atentado de Camarate nos impediu de avançar, não era agora certamente que o CDS iria perder a sua voz", salientou, mostrando-se convicto de que no domingo, "no silêncio da cabine de voto", o eleitorado tradicional do partido vai mobilizar-se para dizer que "o CDS está vivo e é uma componente fundamental para a mudança política" e para "libertar Portugal do socialismo".

E ironizou que "com um CDS forte haverá uma governação laranja de direita no governo, sem um CDS forte haverá uma torta de laranja no governo".

Neste comício inserido na campanha para as eleições legislativas de domingo, Francisco Rodrigues dos Santos defendeu também que "o único voto antissistema nestas eleições é um voto no CDS, porque é o único voto que todo o sistema no seu conjunto diz que já não existe".

No entanto, o líder está "seguro e absolutamente convicto" de que o partido "vai crescer" nas eleições legislativas e vai ser "a grande revelação e a surpresa" de domingo.

E aconselhou "todos os analistas e comentadores" a colocarem a questão de "e se estas eleições correm bem ao CDS", defendendo que o "eleitorado de sempre" vai "desmentir as sondagens" que apontam para um mínimo histórico.

No final do seu discurso, o presidente centrista chamou ao palco Linda, uma militante e colaboradora do partido invisual, e fez uma homenagem à mulher que ajudou a criar a primeira versão em braille do compromisso eleitoral do CDS-PP.

Leia Também: Jerónimo de Sousa regressa à campanha ao 11.º dia

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