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"O desejável é não haver crise e que espero que não haja crise"

Marcelo Rebelo de Sousa recusou-se a falar sobre o OE2022, reiterando apenas a opinião que já anteriormente tinha exprimido.

"O desejável é não haver crise e que espero que não haja crise"

O Presidente da República recusou falar, esta terça-feira, da proposta de Orçamento de Estado para 2022 (OE2022) e de uma suposta crise política devido ao documento, à margem de um evento que teve lugar no Palácio de São Bento, em Lisboa.

Aos jornalistas presentes no local, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que, agora, "é inoportuno" falar porque já "disse o que tinha a dizer na altura certa, antes de falar com os partidos, e quando falei com os partidos", agora é "aguardar".

Apesar disso, o chefe de Estado reiterou o que tem dito nas última semanas.

"Disse sempre que o desejável é não haver crise e que espero que não haja crise. Esse é o cenário desejável e o cenário mais possível", salientou, acrescentando que "agora" é esperar até 27 de outubro, dia em que será feita a votação do OE2022.

Questionado sobre uma possível mudança de agenda, devido ao burburinho sobre o processo de negociação entre a Esquerda, Marcelo garantiu que não alterou nada.

"Ainda hoje marquei uma ida à posse do novo presidente de Cabo Verde e tenho várias marcações ao longo do mês de novembro e dezembro. A vida continua, portanto, não há alteração de calendário nenhum", salientou.

Esta tarde, recorde-se, o primeiro-ministro reúne-se com PCP e BE, tendo já garantido que o Governo está a negociar a proposta do OE2022 "com toda a abertura", incluindo matérias extra orçamentais, e sem "linhas vermelhas".

Leia Também: OE2022. Marcelo só equacionará eleições antecipadas no "seu tempo devido"

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