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AR unânime no pesar pelas mortes de Dória Nóbrega e Virgínia Coutinho

A Assembleia da República aprovou hoje, por unanimidade, dois votos de pesar pelas mortes do médico João Dória Nóbrega e de Virgínia Coutinho, fundadora da Lisbon Digital School.

AR unânime no pesar pelas mortes de Dória Nóbrega e Virgínia Coutinho
Notícias ao Minuto

18:44 - 22/04/21 por Lusa

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O voto de pesar apresentado pelo CDS-PP refere que o médico ginecologista e obstetra João Dória Nóbrega morreu na sexta-feira, aos 86 anos, vítima de Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O documento salienta que João Dória Nóbrega "foi o responsável pela introdução e pelo desenvolvimento do planeamento familiar em Portugal, e pelas reformas que permitiram Portugal reduzir a mortalidade infantil", tendo sido também "presidente da Associação para Planeamento da Família de 1986 a 1988, de 1988 a 1990 e de 1992 a 1994".

"Foi também diretor de Serviço de Obstetrícia e Medicina Materno-Fetal da maternidade Alfredo da Costa de 01 de agosto de 1993 a 12 de janeiro de 1996, onde se aposentou, não deixando, contudo, de trabalhar, pois, até aos 80 anos, fez vários milhares de partos", lê-se também no voto de pesar, que assinala ainda que João Dória Nóbrega "foi ainda membro do Colégio da Especialidade de Ginecologia-Obstetrícia da Ordem dos Médicos, nos triénios 1994-1997 e 1997-2000; consultor de saúde materna e planeamento familiar da Direção Geral dos Cuidados de Saúde Primários de 1978 a 1988 e membro da 1ª Comissão de Saúde Materna e Infantil constituída em 1987, que elaborou o Programa de Saúde Materna e Neonatal".

No voto de pesar, o CDS destaca igualmente que o médico João Dória Nóbrega foi um "profissional de uma entrega irrepreensível, de uma humanidade reconhecida", tenso sido "referenciado pelos seus pares como um visionário".

O voto de pesar apresentado pelo PSD refere que Virgínia Coutinho morreu na quarta-feira, aos 36 anos.

"Natural de Guimarães (freguesia de Moreira de Cónegos), Virgínia Coutinho era considerada uma das principais especialistas em redes sociais e uma referência no marketing digital no nosso país", salienta.

O documento recorda que Virgínia Coutinho "estudou 'visual merchandising' na London College of Fashion da University of the Arts, tendo-se licenciado em comunicação de 'marketing' na ESEC e pós-graduado em gestão de empresas no ISCTE".

Lembrando o seu percurso, o PSD assinala igualmente que "trabalhou no Brasil como representante da Facebook-Brasil e depois na empresa Socialbakers em São Paulo e em Praga ascendendo a diretora de 'marketing' global da empresa", em "2014 publicou o livro 'The Social Book: Tudo o que precisa de saber sobre o Facebook'", e três anos depois regressou a Portugal, "tendo integrado o projeto de formação da Google".

"Em 2018, fundou e dirigiu a Lisbon Digital School, uma escola de formação na área do marketing digital" e "em 2019 criou e promoveu o evento Upload Lisboa", acrescenta.

"O legado da sua curta vida mistura um empreendedorismo vibrante com a solidariedade a que se dedicava. Nas últimas semanas de vida criou o "Fundo Virgínia Coutinho" através do qual pretende apoiar o projeto "Tech4Good" da Associação "Girls Move" que visa apoiar jovens adolescentes em Moçambique com vista a favorecer o surgimento de uma nova geração de mulheres líderes", é ainda destacado no voto de pesar.

Leia Também: Morreu Virgínia Coutinho, fundadora e CEO da Lisbon Digital School

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