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Isolamento profilático para não residentes no distrito da Guarda

Todos os cidadãos que regressem do estrangeiro ou de outras zonas do país e que se instalem na região da Guarda estão obrigados a cumprir um isolamento profilático de 14 dias, foi hoje anunciado.

Isolamento profilático para não residentes no distrito da Guarda
Notícias ao Minuto

20:38 - 24/03/20 por Lusa

País Covid-19

Em comunicado, a delegada de saúde coordenadora da Unidade de Saúde Pública da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda, Ana Isabel Correia Viseu, tornou pública a determinação, "perante a atual situação epidemiológica da infeção por covid-19".

Segundo Ana Isabel Correia Viseu, tendo em conta a situação, "urge que sejam tomadas medidas para contenção máxima de possível risco de contágio, implementando mecanismos de resposta rápida".

A delegada de saúde determina que "todos os cidadãos que regressem do estrangeiro e/ou de outras regiões do país permaneçam em isolamento profilático pelo período de 14 dias, a contar do dia da sua chegada".

O comunicado refere que a medida é divulgada "através da colaboração da Comissão Municipal de Proteção Civil de cada município [abrangido pela ULS da Guarda], para atuação imediata".

O distrito da Guarda engloba os municípios de Aguiar da Beira, Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Gouveia, Guarda, Manteigas, Mêda, Pinhel, Sabugal, Seia, Trancoso e Vila Nova de Foz Côa, mas a determinação da delegada de saúde coordenadora da Unidade de Saúde Pública da ULS da Guarda apenas abrange 13, ficando de fora o concelho de Aguiar da Beira, que pertence ao Agrupamento de Centros de Saúde do Dão-Lafões.

A ULS da Guarda abrange e gere os hospitais da Guarda (Sousa Martins) e de Seia (Nossa Senhora da Assunção), e também 12 centros de saúde e duas unidades de saúde familiar (A Ribeirinha, na cidade da Guarda e a "Mimar Mêda", na cidade de Mêda), abrangendo cerca de 142 mil habitantes.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 400 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram cerca de 18.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia.

Os países mais afetados a seguir à Itália e à China são a Espanha, com 2.696 mortos em 39.673 infeções, o Irão, com 1.934 mortes num total de 24.811 casos, a França, com 1.100 mortes (22.300 casos), e os Estados Unidos, com cerca de 600 mortes (mais de 50.000 casos).

Em Portugal, há 33 mortes, mais 10 do que na véspera, e 2.362 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que regista 302 novos casos em relação a segunda-feira (mais 14,7%).

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

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