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Alegações finais do julgamento de Rosa Grilo e António Joaquim adiadas

Estavam previstas para a tarde desta terça-feira no Tribunal de Loures.

Alegações finais do julgamento de Rosa Grilo e António Joaquim adiadas

As alegações finais do julgamento de Rosa Grilo e António Joaquim, foram adiadas para a próxima semana, avança a TVI24. De lembrar que estas estavam marcadas para hoje à tarde no Tribunal de Loures.

O canal avança que em causa está a falta de "apreciação de um requerimento de prova" apresentado pela defesa do amante de Rosa Grilo. 

Ricardo Serrano Vieira, advogado de António Joaquim, disse aos jornalistas, à saída do Tribunal, que o requerimento está relacionado com "a prova que a defesa entende que ainda é necessária ser junta", como manuais de procedimentos. 

O advogado refere que pensa que "está demonstrado" que houve contaminação de prova, assinalando que o seu cliente "irá colaborar sempre na descoberta da verdade".

Aquilo a que assistimos aqui hoje [em Tribunal, onde foram ouvidas testemunhas arroladas pela defesa] vem reforçar as anteriores sessões e vem demonstrar claramente aquilo que a defesa tem vindo a dizer", considerou Ricardo Serrano Vieira.

Questionado sobre o estado de espírito de António Joaquim, o advogado revelou que o seu cliente "está ansioso porque pretende que este calvário termine e que seja demonstrada a sua inocência". "De acordo com aquilo que foi produzido em julgamento acho muito difícil haver uma conclusão de condenação, mas isto é a minha opinião", concluiu Serrano Vieira.

De lembrar que o advogado de Defesa de António Joaquim, acusado em coautoria com Rosa Grilo do homicídio do triatleta e marido desta, Luís Grilo, voltou a dizer, na sétima sessão de julgamento, no Tribunal de Loures, que houve provas manipuladas e contaminadas.

Também este mês foi ouvido como testemunha em Tribunal o médico legista que fez a autópsia ao corpo do triatleta Luís Grilo que revelou não ter encontrado nenhum órgão no cadáver do triatleta assassinado.

O cadáver de Luís Grilo foi encontrado com sinais de violência e em adiantado estado de decomposição em 24 de agosto de 2018, mais de um mês após o desaparecimento, a cerca de 160 quilómetros da sua casa, na zona de Benavila, concelho de Avis, distrito de Portalegre.

O MP atribui a António Joaquim a autoria do disparo sobre Luís Grilo, na presença de Rosa Grilo, no momento em que o triatleta dormia no quarto de hóspedes na casa do casal, na localidade de Cachoeiras, Vila Franca de Xira (distrito de Lisboa).

O crime terá sido cometido para poderem assumir a relação amorosa e beneficiarem dos bens da vítima - 500 mil euros em indemnizações de vários seguros e outros montantes depositados em contas bancárias tituladas por Luís Grilo, além da habitação.

[Notícia atualizada às 12h17]

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