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Puigdemont renuncia à liderança da Generalit catalã. Sugere Jordi Sànchez

O antigo presidente do governo catalão descarta a possibilidade de apresentar-se na investidura.

Notícias ao Minuto

18:55 - 01/03/18 por Fábio Nunes

Mundo Decisão

Num vídeo divulgado na tarde desta quinta-feira na sua página do Twitter, Carles Puigdemont renunciou à presidência da Generalitat. No vídeo intitulado de 'Mensagem Institucional do presidente da Generalitat da Catalunha', Puigdemont explica que não vai apresentar-se para a investidura, o ponto indispensável para que assumisse a liderança do governo catalão. 

Na mensagem, Carles Puigdemont sugere o nome de Jordi Sànchez, o número dois do seu partido, o Juntos pela Catalunha, para ocupar o cargo de presidente da Generalitat. Sànchez que,  covém referir, esta em prisão preventiva há quatro meses acusado de sedição. 

No vídeo, Puigdemont diz que informou Roger Torrent, o presidente do parlamento catalão, que de forma "provisória" não vai apresentar a sua candidatura à presidência. 

"Pedi-lhe para começar o mais rapidamente possível a sua ronda de contactos com os grupos parlamentares para proceder à eleição de um novo candidato para a presidência de um governo autónomo".

De seguida, Puigdemont propõe Sànchez. "Ele é o número dois da nossa lista e representa os valores do Juntos pela Catalunha como mais ninguém e é um homem de paz, injustamente preso". O antigo presidente catalão destaca que a candidatura de Jordi Sànchez "é a única maneira de acordar um governo nas condições atuais"

Puigdemont afirma ainda que vai "empreender uma ofensiva jurídica e política a nível internacional. Nesse sentido adianta que, nesta terça-feira, uma equipa de advogados apresentou em seu nome "uma ação judicial contra o estado espanhol perante a Comité de Direitos Humanos da ONU". Em causa está uma "demanda pela violação da Declaração Universal dos Direitos Humanos e da Carta dos Direitos Civis e Políticos, instrumentos que reconhecem expressamente o direito à autodeterminação".

Pede ainda às forças pró-independência para não desistirem. "Nós, catalães, merecemos ser tratados com dignidade e isso não acontece hoje". E acredita que essa persistência irá colher frutos. "Tenho plena confiança de que vamos ganhar e que um dia, espero que em breve, possa voltar à Catalunha como um homem livre e que as nossas instituições também tenham a liberdade para investir o candidato escolhido pela maioria"

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