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Guarda-florestal morto na RDCongo em reserva natural de ocapis

Um guarda-florestal morreu num confronto com homens armados perto de um local de mineração ilegal no interior de uma reserva natural de ocapis no nordeste da República Democrática do Congo (RDCongo), anunciaram hoje responsáveis do parque.

Guarda-florestal morto na RDCongo em reserva natural de ocapis
Notícias ao Minuto

18:12 - 29/06/23 por Lusa

Mundo RDCongo

A vítima, de 26 anos, morreu "na sequência de um ataque de homens armados a uma equipa de guardas-florestais que se encontrava em missão de vigilância, na terça-feira, nas imediações de 'Mondial', um local de exploração mineira ilegal estabelecido no setor central" da Reserva de Fauna Ocapi (RFO, na sigla em francês), lê-se num comunicado da administração do parque.

Na nota, igualmente subscritas pelo Instituto para a Conservação da Natureza (ICCN) democrático-congolês e a organização não-governamental Sociedade de Conservação da Natureza (WCS, na sigla em inglês), acrescenta-se que um outro guarda-florestal ficou ferido na emboscada e um dos atacantes foi capturado.

Existem várias explorações mineiras ilegais, nomeadamente de ouro, na RFO, classificada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) com Património da Humanidade e 'habitat' do mamífero ocapi, ameaçado de extinção.

A RDCongo tem muitos parques naturais, difíceis de proteger devido a conflitos com as comunidades locais, à caça furtiva, à exploração ilegal de minerais ou de madeira ou à presença de grupos armados.

É o caso, nomeadamente, do Parque Nacional de Virunga, no extremo leste da RDCongo, região que faz fronteira com o Ruanda e o Uganda e que é afetada pela violência armada há quase 30 anos.

Em maio, a administração do Parque Virunga, famoso pelos seus gorilas de montanha, anunciou que vários dos seus guardas-florestais tinham sido mortos por milicianos.

Dois ataques distintos contra guardas-florestais e funcionários civis causaram a morte de sete pessoas em 10 dias, lamentou.

Leia Também: Médicos Sem Fronteiras pede aumento da ajuda humanitária na RDCongo

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