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"NATO continuará a apoiar a Ucrânia durante o tempo que for necessário"

Ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO estão hoje reunidos em Bucareste, na Roménia.

"NATO continuará a apoiar a Ucrânia durante o tempo que for necessário"
Notícias ao Minuto

10:40 - 29/11/22 por Notícias ao Minuto

Mundo Guerra na Ucrânia

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, garantiu esta terça-feira que a Aliança Atlântica não irá recuar no seu apoio à Ucrânia, apelando aos parceiros para que disponibilizem ajuda adicional ao país invadido pela Rússia, numa altura em que o inverno se aproxima a passos largos.

As declarações, aqui citadas pela Reuters, foram proferidas numa altura em que os ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO se encontram reunidos em Bucareste, na Roménia, para discutir uma intensificação da ajuda militar e humanitária à Ucrânia.

Aliás, bens como combustível, material médico e equipamento destinado a garantir a sobrevivência dos civis durante o inverno foram já recentemente entregues na Ucrânia, como parte de um pacote de assistência da NATO que Jens Stoltenberg pretende ainda robustecer.

"A NATO continuará a apoiar a Ucrânia durante o tempo que for necessário. Não recuaremos", assegurou o secretário-geral da Aliança Atlântica, num discurso em Bucareste.

Numa altura em que já não se registam, há largas semanas, grandes avanços das tropas russas no terreno de batalha, Jens Stoltenberg quis ainda destacar que a única forma de se alcançarem as condições necessárias para dar início a uma negociação com o Kremlin passaria pela existência de evidentes conquistas ucranianas.

Os comentários do secretário-geral da NATO foram ecoados por vários ministros representantes de países que fazem parte da Aliança Atlântica, aos quais se juntaram também a Finlândia e a Suécia, países que aguardam pela plena adesão a esta organização de cariz militar.

"Os próximos meses serão um grande teste para todos nós. Para a Ucrânia é existencial, para nós é moral. Devemos continuar a ajudar a Ucrânia enquanto for necessário", considerou Rastislav Kacer, ministro dos Negócios Estrangeiros da Eslováquia.

A propósito deste tema, um diplomata europeu sénior acrescentou: "Vai ser um Inverno terrível para a Ucrânia, por isso estamos a trabalhar para reforçar o nosso apoio para que seja resistente".

Recorde-se que a Alemanha, que detém a presidência do G7, agendou já uma reunião deste grupo à margem do encontro de ministros da NATO.

A guerra na Ucrânia, que teve início em 24 de fevereiro, provocou a morte de, pelo menos, 6.595 civis ucranianos, com outros 10.189 a terem ficado feridos, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

Leia Também: Finlândia fornece pacote de 55 milhões de ajuda militar à Ucrânia

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