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Macau em estado de prevenção imediata sobe alerta para ciclone Mulan

Macau declarou hoje o estado de prevenção imediata e elevou para 8 o nível de alerta devido ao ciclone tropical Mulan, que se encontra a cerca de 400 quilómetros do território.

Macau em estado de prevenção imediata sobe alerta para ciclone Mulan
Notícias ao Minuto

06:25 - 10/08/22 por Lusa

Mundo Ciclone

As autoridades já tinham emitido o aviso amarelo, o segundo mais elevado, para a possibilidade de ocorrência de inundações nas zonas baixas da cidade.

A Direção dos Serviços Meteorológicos e Geofísicos de Macau informou que o ciclone tropical Mulan "está progressivamente a intensificar-se e aproximar-se de Macau [e], ao mesmo tempo, a intensidade do vento na região pode atingir o limite inferior do sinal n.º 8 de tempestade tropical", explicaram em comunicado.

As autoridades indicaram, ainda assim, que é baixa a probabilidade de elevarem o nível de alerta para 9.

A escala de alerta de tempestades tropicais é formada pelos sinais 1, 3, 8, 9 e 10, cuja emissão depende da proximidade da tempestade e da intensidade dos ventos.

O novo nível de alerta traduz-se em limitações na mobilidade, com a suspensão de transportes públicos e a proibição de circulação nas pontes, com os veículos a serem desviados para o tabuleiro inferior da ponte Sai Van.

Os serviços de urgência de consulta externa de especialidade, assim como os serviços não urgentes de assistência médica foram suspensos, enquanto alguns postos de saúde estão a funcionar apenas para prestar os serviços de urgência.

As autoridades também determinaram o encerramento de nove parques de estacionamento subterrâneo na zona baixa de Macau devido ao risco de inundações.

Desde 2017, três tufões obrigaram as autoridades a emitir o alerta máximo, com o último (Higos) a atingir Macau em agosto de 2020.

Em setembro de 2018, o Mangkhut provocou 40 feridos e inundações graves no território.

Um ano antes, o tufão Hato (posteriormente denominado de Yamaneko pelas autoridades locais), considerado o pior em mais de 50 anos a atingir o território, causou 10 mortos e 240 feridos.

Leia Também: Estado cabo-verdiano deve 9,5 milhões à CV Interilhas pela concessão

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