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Boneco de vudu de Putin faz sucesso entre os ucranianos. E há imagens

Veja o vídeo.

Notícias ao Minuto

17:48 - 26/05/22 por Notícias ao Minuto

Mundo Ucrânia/Rússia

Os ucranianos estão a colocar todas as suas energias no combate às forças russas – até mesmo através de bonecos de vudu. Um boneco que retrata o presidente russo, Vladmidir Putin, está a fazer furor nas redes sociais, havendo relatos de que já estará à venda em algumas lojas da capital ucraniana.

Um vídeo recente – e ao qual poderá aceder na galeria acima – mostra o boneco dentro de um caixão, com a frase 'morte aos inimigos'.

Do outro lado, é possível ver 'Putin Huylo', o que, segundo o jornal britânico Metro, significa 'Putin é um idiota', um slogan usado pelos ucranianos desde 2014, quando a Crimeia foi tomada pela Rússia.

Vestido num fato cinzento, o chefe de estado aparece com alfinetes com a bandeira da Ucrânia espetados no abdómen, na cabeça, e no peito, sendo ainda possível enforcar o boneco, com uma pequena corda.

Todos os acessórios são transportados dentro de um saco de plástico com a letra ‘Z’, símbolo militar russo, assim como com o número ‘200’ (Cargo 200), usado quando alguém morre em combate.

“Isto é mais fixe do que um novo iPhone. Já à venda, um boneco anti-stress chamado ‘Stab Putin’”, terá dito Anton Gerashchenko, conselheiro do governo ucraniano, nas redes sociais.

“Se sentirem que não é suficiente, podem enforcar o anão pelo seu pescoço esquelético e deixá-lo pendurado onde quiserem”, complementou, com as hashtags ‘StopWar’ e ‘Humour’.

A invasão russa da Ucrânia - justificada por Putin pela necessidade de "desnazificar" e desmilitarizar aquele para segurança da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e a imposição à Rússia de sanções que atingem praticamente todos os setores.

Na quarta-feira, a Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou que 3.974 civis morreram e 4.654 ficaram feridos no conflito, que entrou no seu 92.º dia, esta quinta-feira. Ainda assim, o organismo sublinhou que os números reais poderão ser muito superiores, e que só serão conhecidos quando houver acesso a cidades cercadas ou a zonas até agora palco de intensos combates.

Leia Também: Ânimos mudam no Kremlin. Uns pedem agressão, outros um novo sucessor

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