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Chefes de Estado e Nações Unidas celebram o Dia de África

Vários chefes de Estado africanos, assim como o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, celebraram hoje o Dia de África com mensagens de unidade e felicitação aos cidadãos do continente.

Chefes de Estado e Nações Unidas celebram o Dia de África
Notícias ao Minuto

21:13 - 25/05/22 por Lusa

Mundo Dia de África

"Meus queridos compatriotas africanos e africanas, tanto de aqui como na diáspora, celebremos com orgulho o Dia de África", afirmou o Presidente de Senegal, Macky Sall, que também é o atual presidente da União Africana (UA), na sua conta da rede social Twitter.

O Dia de África celebra-se anualmente em 25 de maio para assinalar a data da fundação, em 1963, da Organização para a Unidade Africana, antecessora da UA.

O Presidente do Zimbabué, Emmerson Mnangagwa, aproveitou a sua mensagem de felicitações para recordar a importância de os países africanos permanecerem "unidos".

"África é mais forte quando estamos unidos. Aproveitemos esta oportunidade para reafirmar os nossos laços com os nossos irmãos e irmãs do continente", escreveu Mnangagwa, na sua conta de Twitter.

"Feliz Dia de África! (...), reafirmemos a visão de unidade continental e o compromisso de nossos antepassados por um futuro pacífico, integro e próspero!", escreveu o primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed.

Em comunicado, o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, apelou à "tolerância e á unidade" no continente.

"Mesmo que abordemos o problema crítico da imigração ilegal, como é nosso direito enquanto nação soberana, nunca seremos como os antigos opressores, que procuravam dividir o povo africano e colocarmo-nos uns contra os outros", sustentou Ramaphosa.

No mesmo sentido, o Presidente da Comissão (secretariado) da UA, Moussa Faki Mahamat, recordou que "os desafios" do continente são "cada vez mais numerosos" e África deve manter-se unida para superá-los.

Entre outros desafios, Mahamat destacou o terrorismo, a corrupção, os conflitos intercomunitários, as altas taxas de desemprego juvenil, a crise climática, o aumento dos preços de produtos básicos e os golpes de Estado (em pouco mais de um ano líderes militares derrubaram os governos do Mali, Chade, Guiné-Conacri, Sudão e Burkina Faso).

Mahamat reafirmou a vontade da UA para resolver esses problemas.

"Os resultados nem sempre têm estado à altura das nossas ambições. Mas estamos no caminho certo", destacou.

Por seu lado, o secretário-geral da ONU, António Guterres, usou a sua conta no Twitter para enfatizar o "enorme" potencial de África.

"África é um lugar para a esperança. (...) A ONU continuará a trabalhar orgulhosamente com os africanos para conseguir uma África próspera e pacífica para todos", adiantou Guterres.

Leia Também: Ucrânia. Guerra deixará mais 4 milhões de africanos para pobreza extrema

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