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Líder russófono diz que foi iniciado assalto à cidade de Lyman em Donetsk

O líder separatista russófono de Donetsk, Denis Pushilin, assegurou hoje que foi iniciado o assalto à cidade de Lyman, e que metade da localidade, a nordeste da estratégica cidade de Sloviansk, já se encontra ocupada por forças russas.

Líder russófono diz que foi iniciado assalto à cidade de Lyman em Donetsk
Notícias ao Minuto

19:58 - 24/05/22 por Lusa

Mundo Ucrânia

"Um total de 28 localidades no norte de Donetsk foram hoje libertadas. Agora está a decorrer a fase ativa da libertação da cidade de Lyman", disse à agência noticiosa russa Interfax.

Segundo Pushilin, as unidades da Federação russa, juntamente com as milícias separatistas, "já entraram na própria cidade".

"Cerca de metade da cidade está aproximadamente sob controlo das nossas divisões", assegurou.

A agência noticiosa russófona de Donetsk afirmou por sua vez que vários residentes da cidade confirmaram que decorrem intensos combates em Lyman, com duelos de artilharia e um constante som de explosões.

A localidade é um importante nó ferroviário e tinha cerca de 20.000 habitantes antes do início das hostilidades.

A cidade está ainda próxima de Sloviansk, que por sua vez se situa a poucos quilómetros a norte de Kramatorsk, o bastião militar ucraniano no Donbass.

De acordo com estado-maior general das Forças Armadas da Ucrânia, as tropas russas prepararam-se para retomar a ofensiva contra Sloviansk.

Segundo a agência de Donetsk, as milícias russófonas e as tropas russas também assumiram o controlo de Svitlodarsk, a sul de Bakhmut, um dos pontos onde atualmente se concentra a artilharia da Rússia.

De acordo com o Instituto para o estudo da guerra (ISW na sigla em inglês), as forças russas parecem avançar para oeste da capturada cidade de Popasna, na fronteira entre as regiões de Lugansk e Donetsk, para tentarem alcançar Bakhmut.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de três mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

Leia Também: "Destino do país" em jogo. Ucrânia observa "fase mais ativa da agressão"

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