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Moscovo com média diária de 650 infetados e avança com desconfinamento

A capital da Rússia tem uma média de 650 novos casos diários de covid-19, desde o início do mês, e o presidente da Câmara anunciou hoje o abrandamento das medidas restritivas, a partir de segunda-feira.

Moscovo com média diária de 650 infetados e avança com desconfinamento

O presidente da Câmara de Moscovo, Serguéi Sobianin, ordenou que na segunda-feira se levantem as restrições ao funcionamento dos estabelecimentos de ensino superior, embora deixe nas mãos do Ministério da Ciência e Educação a decisão de quais as atividades presenciais e à distância.

Também fica sem efeito a proibição das aulas presenciais para crianças e adultos nos diversos tipos de estabelecimento, incluindo as escolas.

A autarquia planeia iniciar o ano escolar a 01 de setembro, como tem sido habitual.

Além disso, na segunda-feira, poderão abrir ao público parques de diversão e centros culturais e de lazer, desde que nunca ultrapassem os 50% de capacidade do espaço.

Os espetáculos e atividades públicas ao ar livre, que envolvam multidões, continuam proibidos, uma vez que, segundo a autarquia, não podem garantir o distanciamento necessário entre o público assistente.

O presidente de Moscovo não descartou retrocessos no processo de desconfinamento, em caso de agravamento da situação pandémica, numa cidade que conta com mais de 12 milhões de habitantes.

Até hoje, segundo os dados oficiais, a Rússia registou 727.162 casos positivos de covid-19 e 11.335 mortes.

Em Moscovo, o maior foco infeccioso do país, registaram-se até ao momento 229.357 casos positivos, 679 nas últimas 24 horas, e 4.143 mortes.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 561 mil mortos e infetou mais de 12,58 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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