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Covid-19: Pequim demonstra preocupação sobre "casos importados"

A Comissão Nacional de Saúde da República Popular da China indicou hoje que os chamados "casos importados" de covid-19 baixaram registando na sexta-feira 19 novos casos, sendo 18 procedentes do exterior e quatro mortes. 

Covid-19: Pequim demonstra preocupação sobre "casos importados"
Notícias ao Minuto

12:56 - 04/04/20 por Lusa

Mundo Pandemia

De acordo com o regime de Pequim, os casos - registados maioritariamente na província de Hubei - têm proveniência no "estrangeiro" sublinhando que os novos contágios locais "são quase inexistentes" ou conheceram uma redução significativa nos últimos dias.

Na sexta-feira, a República Popular da China anunciou "29 casos importados" e na quinta-feira 35, o mesmo número que foi divulgado na quarta-feira.

Segundo as informações oficiais de Pequim, o "último caso local" até às 00:00 de sexta-feira detetou-se em Hubei.

Outros 11 casos de possível contágio no país dizem respeito também, segundo Pequim, a cidadãos chineses recentemente "chegados do estrangeiro".   

O mesmo organismo oficial informou que, até às 00:00 de sexta-feira, 180 novos pacientes tiveram alta, no país.

No total, aumentaram para 888 os "casos importados" sendo que 190 receberam alta e, segundo a mesma fonte, deste grupo não se registou nenhuma morte. 

O país, epicentro da pandemia do novo coronavírus, refere hoje que "se mantêm ativos 1.562 casos, 311 dos quais são considerados graves".

As autoridades indicam também que desde o começo da pandemia, no final de 2019, foram rastreados 712.088 "casos suspeitos" em pessoas que estão próximas dos doentes contagiados e que 18.286 ainda estão sob observação médica. 

Em Hubei, onde está localizado o foco inicial do novo coronavírus, o "total de casos" é de 67.803, entre eles 50.008 na cidade de Wuhan.

Oficialmente, o número de mortos em todo o país é de 3.207, dos quais 2.567 na capital da província de Hubei

Na mesma província, a mais afetada, receberam alta 63.672 pessoas, 46.611 em Wuhan e nas últimas 24 horas "não se detetou" nenhum caso suspeito.

Sobre as infeções assintomáticas, as autoridades sanitárias da República Popular da China informaram no dia 01 de abril que se contabilizaram 64 caos, 26 dos quais também "chegados do estrangeiro".

No passado dia 12 de março, o Governo da República Popular da China declarou que o pico de transmissões "tinha chegado ao fim" e que vai decretar o fim da quarentena na cidade de Wuhan no próximo dia 08 de abril.

As informações de Pequim têm sido fortemente contestadas pelas autoridades de Taiwan, considerada "província rebelde" pelo regime comunista chinês desde 1949.

No dia 01 de abril, o primeiro-ministro do governo de Taipé, Su Tseng-chang, disse que a covid-19 deve ser nomeada "Pneumonia de Wuhan" tendo o Ministério dos Negócios Estrangeiros afirmado, segundo a imprensa de Taiwan, que avisou a Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre os perigos do novo coronavírus no dia 31 de dezembro do ano passado.

Taiwan, que não faz parte da OMS por não ser um Estado reconhecido pela maioria dos países do mundo, pede o afastamento do presidente da organização.

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