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Duas pessoas estão a ser tratadas para a peste na China

Esta é a segunda vez que a doença, que provocou uma das pandemias mais mortais da história, é detetada na região.

Duas pessoas estão a ser tratadas para a peste na China

Duas pessoas estão a ser tratadas na China para a peste, informaram as autoridades locais na terça-feira. Esta é a segunda vez que a doença, responsável pela peste negra que causou uma das pandemias mais mortais da história, é detetada na região. Em maio do ano passado, um casal mongol morreu de peste bubónica depois de comer o rim cru de uma marmota, uma mezinha local.

Estes dois pacientes, da província chinesa da Mongólia, foram diagnosticados com peste pneumónica a capital chinesa de Pequim, refere a agência de notícias estatal Xinhua. Os dois pacientes estão agora internados a receber tratamento e as autoridades implementaram medidas de controlo preventivo.

A praga é causada por uma bactéria e transmitida através de picadas de mosquitos e animais infetados e pode desenvolver-se para três formas diferentes: bubónica, septicémica e pneumónica.

A peste pneumónica - a que foi diagnosticada nestas duas pessoas -  é a mais virulenta e danosa e se for deixada por tratar é sempre fatal, segundo explica a Organização Mundial de Saúde.

Durante a Idade Média, os surtos de praga devastaram a Europa, matando cerca de 50 milhões de pessoas. Desde então foram investados os antibióticos e é possível tratar a maior parte das infeções que são diagnosticadas numa fase inicial.

No entanto, entre 2010 e 2015, foram reportados mais de 3.248 casos no mundo inteiro que resultaram em 584 mortes. Os três países mais endémicos são a República Democrática do Congo, Madagáscar e o Peru.

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