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Peste negra mata duas pessoas na Mongólia. Vítimas comeram marmota

Alguns passageiros que viajaram no mesmo avião que as vítimas estão em quarentena.

Peste negra mata duas pessoas na Mongólia. Vítimas comeram marmota

Um casal na Mongólia morreu vítima da peste bubónica, mais conhecida como peste negra. O The Siberian Times revela que um homem, 38 anos, e a sua mulher grávida, de 37 anos, contraíram a doença no final de abril depois de terem comido marmota.

“Apesar de comer marmotas ser proibido, o Cidadão T (a vítima masculina) caçou marmota. Comeu a carne deu-a à sua mulher, e eles morreram porque a peste afetou o seu estômago”, referiu N. Tsogbadrakh, diretor do Centro Nacional de Dermatologia Zoonótica e Medicina da Mongólia.

Os receios de que os passageiros de um voo doméstico, no qual seguiam estas duas vítimas, tivessem entrado em contacto com o casal levaram as autoridades mongóis a colocar sob quarentena 11 pessoas. Outras 150 pessoas foram examinadas no aeroporto de Ulaanbaatar.

Este caso levou a que fronteira entre a cidade russa de Novosibirsk e a cidade mongol de Uglii tivesse sido temporariamente encerrada até este domingo.

A Organização Mundial da Saúde afirma que a peste bubónica pode matar um adulto em menos de 24 horas se não receber tratamento. A peste é provocada pela bactéria yersinia pestis, que é habitualmente encontrada em pequenos mamíferos e nas suas pulgas.

Os sintomas deste vírus incluem febre, arrepios, enxaquecas e, geralmente, o inchaço dos gânglios linfáticos sob o sovaco.

A peste negra matou mais de um terço da população na Europa no século XIV.

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