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Caças russos não tinham plano de voo e um deles fez manobra perigosa

A NATO disse hoje que os dois caças russos detetados pelos radares na terça-feira perto do espaço aéreo dos países bálticos voavam sem um plano de voo, avançando ainda que um dos aparelhos fez uma manobra perigosa.

Caças russos não tinham plano de voo e um deles fez manobra perigosa
Notícias ao Minuto

19:29 - 14/08/19 por Lusa

Mundo NATO

"Um avião Tu-214 russo, escoltado por dois aviões de combate Su-27 russos, foi detetado sobre o mar Báltico, perto do espaço aéreo de policiamento da NATO, ao início da tarde, hora local, de 13 de agosto", explicou, num comunicado, a porta-voz da Aliança Atlântica, Oana Lungescu.

A porta-voz confirmou que o Tu-214 "tinha um plano de voo válido", mas "os Su-27 que escoltavam o aparelho voavam sem um plano de voo, com os transmissores de posições desligados e não comunicaram com o controlo de tráfego aéreo".

Dois caças da missão de patrulhamento aéreo da NATO no Báltico foram enviados para identificar visualmente o aparelho, "como é rotina", prosseguiu Oana Lungescu.

"Controlaram os aviões a uma distância segura, mas um dos caças russos desencadeou uma manobra não segura, colocando-se na trajetória de um dos caças da NATO", precisou a porta-voz.

Os dois caças russos escoltavam um aparelho civil que transportava o ministro da Defesa russo, Serguei Shoigu, segundo Moscovo.

Na terça-feira foi divulgado, também via Moscovo, que os caças russos tinham intercetado um aparelho das forças aliadas da NATO, um F-18, que tinha tentado aproximar-se.

O Ministério da Defesa russo avançou que os aparelhos em questão sobrevoavam águas neutrais.

A NATO reiterou hoje não ter "informação oficial sobre quem estava a bordo do Tu-214".

Um vídeo divulgado pelo canal do Ministério da Defesa russo mostra um aparelho F-18, que aparentemente pertence, segundo as agências internacionais, à força aérea espanhola.

Atualmente, Espanha participa na missão de policiamento aéreo no Báltico com aviões F-18, juntamente com a Hungria e o Reino Unido.

A missão de patrulhamento aéreo da Aliança Atlântica é uma tarefa coletiva e defensiva que envolve uma presença permanente de caças que devem gerir e reagir a qualquer violação do espaço aéreo aliado.

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