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Conor McGregor, que anunciou retirada, investigado por assédio sexual

Conor McGregor, uma das figuras maiores das artes marciais.

Conor McGregor, que anunciou retirada, investigado por assédio sexual

Conor McGregor, 'super-estrela' do universo das artes marciais, está a ser investigado na Irlanda após ter sido acusado por uma mulher de assédio sexual em dezembro passado.

A notícia é avançada pelo New York Times, que cita quatro fontes próximas do processo.

Esta notícia surge na mesma terça-feira em que o lutador anunciou que se ia retirar das artes marciais.

O lutador irlandês é um dos atletas mais bem pagos do mundo. É uma das figuras mais célebres das MMA ('mixed martial arts'), tido como o desporto atualmente em maior crescimento no mundo.

Para além de se ter destacado na UFC, organização de combates de artes marciais onde chegou a ser detentor de dois títulos de campeão, Conor McGregor protagonizou ainda em agosto de 2017 um dos mais caros combates da história do pugilismo, ao desafiar o campeão de boxe invicto Floyd Mayweather.

McGregor regressou ao UFC em outubro do ano passado, para um combate contra Khabib Nurmagomedov, combate esse onde o russo saiu vencedor.

Esta terça-feira, no Twitter, Conor McGregor surpreendeu 'meio mundo' e anunciou a sua retirada, ele que já tinha estado afastado das MMA, tendo acabado por regressar aos combates no 'octógono' (a arena do UFC).

O jornal nova-iorquino explica que McGregor não está até ao momento formalmente acusado de nenhum crime nem nenhuma das acusações foi dada como provada. Ainda assim as autoridades irlandesas já o questionaram sobre as acusações de que é alvo em janeiro passado, tendo o lutador sido libertado enquanto decorre a investigação.

Segundo o mesmo jornal, a mulher que fez a acusação de assédio sexual afirmou que o episódio ocorreu no Beacon Hotel, um hotel nos subúrbios da capital irlandesa, Dublin, onde o lutador já esteve hospedado noutras alturas. A polícia local conhecida como Gardai terá recolhido possíveis provas no quarto de hotel, para além de imagens de câmaras de videovigilância.

O caso já terá sido noticiado pela imprensa irlandesa, mas sem que o nome do atleta fosse referido, dadas as regras relativamente à privacidade de pessoas - que, nestes casos, só podem ser referidas pelo nome na imprensa quando os alegados crimes são dados como provados.

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